18 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Há menos de uma centena de golfinhos-de-Irrawaddy, afirma WWF

Animal proveniente do Camboja tem alta chance de desaparecer, diz estudo.
Número foi obtido a partir de censo realizado por ambientalistas.

Estudo divulgado nesta quarta-feira (17) pela organização ambiental WWF afirma que a população de golfinhos-de-Irrawaddy (Orcaella brevirostris), encontrada no Rio Mekong, no Camboja, está em declínio e com alta chance de desaparecer.

O documento afirma que restam apenas 85 animais da espécie, número obtido a partir de identificação fotográfica realizada no rio, um dos principais do Sudeste Asiático. Os golfinhos vivem em um trecho de 190 quilômetros de extensão, que vai até a divisa com o Laos.

De acordo com Li Lifeng, diretor do WWF, os exemplares foram identificados pela barbatana dorsal, que funciona equivalente à impressão digital dos seres humanos).

“Usamos essa informação para estimar o tamanho da população. É forte a evidência de que poucos animais jovens chegam à idade adulta, ou seja, os golfinhos velhos não são substituídos”, disse o pesquisador.

Ainda segundo o porta-voz da organização ambiental, para salvar a espécie da extinção é necessária uma ação conjunta de conservação.  O golfinho-de-Irrawaddy foi classificado em situação crítica de ameaça na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na tradução do inglês).

Golfinh (Foto: Divulgação/WWF Camboja)

Imagem de golfinho-de-Irrawaddy capturado com rede de pesca no Rio Mekong, no Camboja. Estudo do WWF afirma que restam apenas 85 animais da espécie na região e que a população está em declínio (Foto: Divulgação/WWF Camboja)

Fonte: Globo Natureza, São Paulo


6 de julho de 2011 | nenhum comentário »

Caça ilegal de rinoceronte na África do Sul já matou 200 animais, diz WWF

Levantamento feito pela ONG (organização não-governamental) WWF aponta que 200 rinocerontes foram mortos na África do Sul durante o primeiro semestre de 2011. A estatística foi feita a partir de informações do departamento de parques nacionais.

Ainda segundo a WWF, se a caça ilegal não for reprimida, poderá exceder aos níveis de 2010, quando 333 rinocerontes foram mortos no país.

Oficialmente, de janeiro a junho de 2011 foram 193 mortes, a maioria registrada no Parque Nacional Kruger, um dos safáris mais famosos do mundo e que já perdeu 126 exemplares da espécie no período. Durante todo o ano passado, foram 146 rinocerontes caçados.

“Essa prática tem sido cometida por criminosos sofisticados, que caçam a partir de helicópteros e usam armas automáticas”, afirmou Joseph Okori, coordenador do programa de proteção aos rinocerontes africanos da WWF.

Medidas – O país abriga a maior população de rinocerontes do tipo africano, incluindo rinocerontes brancos e negros, sendo que esta última espécie está criticamente ameaçada de extinção.

Para tentar reduzir os índices, medidas de proteção judicial causaram123 detenções até o fim de junho. No ano passado, as autoridades sul-africanas prenderam um total de 165 caçadores suspeitos, condenando apenas quatro. Entretanto, ainda há processos em andamento.

De acordo com a organização, a caça ilegal deste ‘gigante africano’ tem sido fomentada pela alta demanda de chifres na Ásia, onde são altamente valorizados pela medicina tradicional.

Fonte: Globo Natureza


7 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Espécies recém-descobertas em Madagascar já correm risco, diz WWF

Em 11 anos, cientistas encontraram 615 novas espécies na ilha africana.
Desmatamento ameaça biodiversidade do país.

A ilha africana de Madagascar, considerada a quarta maior do mundo, é o local que concentra o maior número de novas espécies de animais, plantas e insetos, segundo relatório publicado nesta segunda-feira (6) pela organização ambiental WWF.

De acordo com a entidade, cientistas fizeram 615 descobertas de novas espécies entre os anos de 1999 e 2010. Entretanto, muitas das criaturas já estão ameaçadas de extinção, afirma o documento.

Nos últimos 11 anos, foram encontradas 385 plantas, 42 invertebrados, 17 peixes, 69 anfíbios, 61 répteis e 41 mamíferos. Mas especialistas alertam que parte da biodiversidade recém-descoberta estaria desaparecendo em decorrência do desmatamento, que já afetou 90% da cobertura de florestas original.

O relatório cita o lêmure rato de Berthe (Microcebus berthae), descoberto em 2000 e que ficou conhecido ao ser retratado no filme Madagascar, como um dos primatas já classificados com risco de extinção.

O estudo aponta problemas políticos no país como responsáveis por acelerar a devastação da floresta. Atividades madeireiras irregulares teriam afetado áreas de parques nacionais como os de Marojejy, Masoala, Makira e Mananara.

Além disso, há registros de caça predatória de espécies em virtude da culinária do país. “Essas espécies espetaculares estão em jogo em Madagascar. Nós vamos colocar todo nosso esforço e dinheiro para proteção prioritária da terra, paisagens marinhas e espécies em risco”, afirmou Nanie Ratsifandrihamanana, diretora da WWF no país.

Exemplar de lêmure rato de Berthe, descoberto em 2000 na ilha de Madagascar, é considerado em extinção (Foto:WWF)

Exemplar de lêmure rato de Berthe, descoberto em 2000 na ilha de Madagascar, é considerado em extinção (Foto:WWF)

Confira imagens de outras espécies encontradas em Madagascar, acesse:
http://g1.globo.com/natureza/fotos/2011/06/confira-especies-descobertas-na-ilha-de-madagascar.html

Fonte: Globo Natureza, em São Paulo


3 de junho de 2011 | nenhum comentário »

SBPC nega financiamento de cientistas por ONGs, citada por Rebelo

A SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) divulgou na quarta-feira (1º) uma nota rebatendo as acusações do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) sobre o financiamento de cientistas no debate do Código Florestal.

Conforme mostrou uma matéria da Folha, Rebelo acusou parte dos cientistas da SBPC de serem financiados pelo “lobby ambientalista” formado por ONGs como Greenpeace e WWF.

“A SBPC, quando foi convocada pela comissão especial da Câmara, negou-se a comparecer dizendo que não tinha posição”, disse o deputado, em evento sobre sustentabilidade para empresários em São Paulo, em 26 de maio.

“Quando foi procurada pelo lobby ambientalista, que paga a alguns dos pesquisadores — paga, porque eu sei–, a SPBC resolveu manifestar-se”, completou Rebelo.

De acordo com o deputado, esses pesquisadores receberam recursos para elaborar sua colaboração técnica-científica ao debate sobre a revisão do Código Florestal.

Em resposta, a SBPC afirmou que as ONGs não participaram do grupo de trabalho criado para estudar o Código Florestal de 1965 e que os cientistas trabalharam de maneira “voluntária”.

“Tratava de trabalho técnico-científico e que, portanto, só deveria ser realizado por pesquisadores de instituições nacionais de ensino e ou pesquisa”, destaca a nota.

“O deputado falta com a verdade perante a opinião pública brasileira e os seus eleitores nas suas recentes declarações à imprensa.”

A SBPC destacou ainda que o deputado “faltou com a verdade” ao afirmar que a SBPC se negou a participar de um encontro da bancada ruralista e só se manifestar quando foi convidada pela bancada ambientalista.

“Melhor faria o deputado em ater-se objetivamente aos argumentos substanciais colocados pela ciência no debate, porque é isto que interessa à nação e é o que se espera de um legislador”, conclui.

Fonte: Sabine Righetti, Folha.com, De São Paulo.


12 de maio de 2011 | nenhum comentário »

ONG internacional faz críticas ao Código Florestal brasileiro

O Brasil já começou a ser criticado no exterior pelas mudanças no Código Florestal.

A ONG WWF Internacional (sigla em inglês de World Wildlife Fund) divulgou na terça-feira um comunicado no qual afirma que a lei brasileira de florestas está “sob fogo” do Congresso, e que a proposta de reforma de Aldo Rebelo (PCdoB-SP) foi feita “ignorando o aconselhamento” de cientistas, da agricultura familiar e do próprio governo federal.

As críticas externas vêm num momento no qual o próprio Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) admite que o desmatamento está subindo na Amazônia em decorrência da expectativa dos agricultores pelas supostas flexibilizações na preservação introduzidas pelo código. O desmatamento é um ponto tradicionalmente sensível da imagem do Brasil no exterior.

Segundo o comunicado da WWF, as mudanças na lei de florestas chegam “à medida que o Brasil se prepara para sediar a Olimpíada e a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável”.

A ONG diz que a lei a ser votada quarta-feira na Câmara “traz uma série de ameaças à grande riqueza natural do Brasil, e não apenas à Amazônia”.

Fonte: Claudio Angelo, De Brasília


3 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

WWF: mundo pode poupar US$ 5,4 tri aderindo às energias limpas

O grupo ambientalista WWF divulgou um estudo na terça-feira (1º) que afirma que uma troca radical do uso de combustíveis fósseis por fontes limpas de energia poderia representar, no prazo de 40 anos, uma economia de US$ 5,5 trilhões ao ano, bem como combater as mudanças climáticas.

O “Relatório Energético”, produzido pelo WWF e a empresa de consultoria Ecofys, analisa o cenário de um esforço concertado para substituir combustíveis fósseis com alta concentração de carbono, como petróleo, carvão e gás, por 95% de fontes de energia limpa até 2050, o que exigiria um investimento “maciço”.

Segundo o documento, embora tal mudança seja “radical para o curso atual da humanidade”, além de ambiciosa, é tecnicamente possível, além de inevitável reduzir as emissões de carbono e combater o aquecimento global. O relatório também destacou os benefícios econômicos desta mudança, apesar do investimento de US$ 4,8 trilhões por ano, necessário ao longo do próximo quarto de século.

De acordo com o relatório, atualmente 80% da energia utilizada no mundo têm origem em combustíveis fósseis, e os investimentos em energia limpa em todo o mundo alcançaram US$ 151 bilhões em 2009. “Em 2050, nós economizaríamos cerca de 4 trilhões de euros (US$ 5,5 trilhões) ao ano com eficiência energética e custos reduzidos de combustíveis em comparação com um cenário ‘business-as-usual’ (em que são mantidas as variáveis atuais)”, acrescentou.

Apesar dos enormes custos envolvidos na troca, o equilíbrio se restabeleceria por volta de 2040, acrescentou o relatório. De acordo com o WWF, a economia obtida com o fim dos subsídios ao petróleo, gás e carvão em todo o mundo somaria entre US$ 500 bilhões e US$ 800 bilhões ao ano dependendo dos preços do óleo bruto, com base em estimativas recentes da Agência Internacional de Energia (AIE) e da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O documento também projetou que as medidas gerariam uma queda líquida de 15% na demanda global de energia em 2050, mesmo com o crescimento populacional, a expansão industrial e a riqueza crescente das populações. À parte das mudanças de grande porte mais comumente defendidas no uso de combustíveis para o transporte e o abastecimento de energia, o documento identificou um enorme leque de medidas de redução do uso de energia relativas ao modo de vida.

Neste sentido, defendeu a redução à metade do consumo de carne em países ricos para reduzir o aumento das emissões de metano de origem animal, mas recomendou seu aumento em um quarto nos países pobres, atendendo a necessidades sanitárias e nutricionais em ambos os casos.

Também defendeu um melhor isolamento térmico, o uso de energia solar e de bombas geotérmicas para residências e escritórios, inclusive a reforma de construções existentes em uma taxa de 2% a 3% da área existente por ano.

O ministro saudita do Petróleo e Energia, Ali Ibrahim Al-Naimi, previu em um fórum das Nações Unidas celebrado esta semana em Genebra que o mix energético mundial deveria atender à proporção de 50% de fonte petrolífera e 50% de fontes renováveis e outras.

O homem forte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) reforçou a ideia de um crescimento de quase 40% nas necessidades energéticas totais nas próximas décadas, previstas pela AIE, sobretudo devido ao aumento da demanda de petróleo em países emergentes como Brasil e China. “O mundo não pode se dar ao luxo de descartar uma fonte de energia em particular”, argumentou Naimi, que apoiou a adoção de medidas tecnológicas para reduzir a poluição e as emissões advindas do petróleo. (Fonte: Portal Terra)

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19 de agosto de 2009 | nenhum comentário »

Panda pode sumir da natureza em duas ou três gerações, diz WWF

O grau de risco de extinção do panda-gigante é tão alto que a espécie corre o risco de desaparecer em duas ou três gerações. Este é o alerta do WWF (World Wildlife Fund) em Pequim.

Segundo especialistas, o habitat do animal no sul da China está seriamente ameaçado pelo desenvolvimento.

Em entrevista à agência de notícias oficial chinesa Xinhua, Fan Zhiyong, um dos diretores do WWF no país, afirmou que o tráfego pesado em algumas áreas tem proibido os pandas de cruzar rodovias, inibindo sua habilidade de encontrar e interagir com outros de sua espécie.

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Linhas de energia e projetos hídricos também têm dificultado a vida e a conservação dos pandas.

Filhotes – Nesta terça-feira (18), uma panda de seis anos deu à luz gêmeos na estação de conservação de Louguantai, na Província de Shaanxi. (Fonte: Folha Online)
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30 de março de 2009 | nenhum comentário »

Mundo vive apagão voluntário contra o aquecimento global

Milhares de pessoas em todo o mundo apagaram as luzes entre 20h30 e 21h30 de sábado (horário local) para protestar contra as mudanças climáticas e o aquecimento global. A manifestação, denominada Hora do Planeta e promovida pela ONG ambientalista WWF, começou em 2007, em Sydney, na Austrália. A repercussão foi tão grande que, no ano seguinte, outras cidades australianas e várias metrópoles espalhadas pelo mundo também quiseram participar. Neste ano, a campanha se espalhou por todo o mundo.

No Brasil, pontos turísticos como o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, e a Ponte Otávio Frias de Oliveira (Ponte Estaiada), em São Paulo, tiveram a iluminação apagada por uma hora. No total, 76 cidades brasileiras declararam que participariam do evento e mais de 700 empresas e 300 organizações manifestaram apoio.

Curitiba

Em Curitiba, a expectativa da Fundação O Boticário – que fez a mobilização – era de que a ação atingisse 125 mil pessoas. A prefeitura aderiu à campanha e 11 pontos da cidade ficariam no escuro por uma hora: Teatro do Paiol, Fonte dos Anjos, Torre da Biodiversidade, Estufa do Jardim Botânico, Linha Verde (monumento de bambu), as fontes das praças Santos Andrade e Generoso Marques, portais de Santa Felicidade e Polonês, pista de atletismo da praça Osvaldo Cruz, e cancha polivalente da Praça Ouvidor Pardinho.

O Festival de Curitiba apagaria simbolicamente, por um minuto, as luzes dos oito teatros que receberam espetáculos da Mostra 2009 antes do início das apresentações das 21 horas.

O Big Ben, em Londres, a Torre Eiffel, em Paris, e o Empire State Building, em Nova Iorque, entre outros, também ficaram sem luzes durante a campanha. A expectativa do WWF era de que 1 bilhão de pessoas em 88 países participassem da Hora do Planeta deste ano.

O Cristo Redentor com as luzes acesas e no escuro durante uma hora (no alto)

O Cristo Redentor com as luzes acesas e no escuro durante uma hora (no alto)

Fotos: Antônio Scorza/AFP
Fonte: Gazeta do Povo

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16 de março de 2009 | nenhum comentário »

IPEVS, SEMMA e VIDA VERDE recebem visita do Presidente da WWF na Alemanha

No dia 10 de março representantes do IPEVS, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e do grupo Ecológico Vida Verde de Cornélio Procópio receberam a visita do presidente da WWF (Worldwide Fun for Nature) na Alemanha, o professor Dr. Detlev Drenckhahn, no Bosque Municipal Manoel Julio de Almeida.

Detlev durante observação das formações vegetais existentes do Paraná

Detlev durante observação das formações vegetais existentes do Paraná

Durante a visita Detlev pode conhecer a estrutura existente no bosque e caminhar em suas trilhas observando a flora e fauna locais. Comentou sobre a importância da presevação e da união de fragmentos florestais como estes para a manutenção da biodiversidade. Outro ponto destacado pelo representante da WWF foi sobre as áreas florestais nas propriedades rurais. “ O agricultor deve receber por manter as áreas florestais preservadas”, ressaltou o Dr. Drenckhanh.

Indagado sobre o papel do WWF no incentivo a proteção do meio ambiente, Detlev foi categórico em dizer que a instituição possui milhões de dólares para financiar projetos na área ambiental e que deverá atender a demanda existente no Brasil desde que os projetos estejam em acordo com a legislação brasileira e atendam as linhas de trabalho da WWF.

Trocas de idéias e explanações durante o coffeebreak

Trocas de idéias e explanações durante o coffeebreak

Detlev veio acompanhado de sua esposa e do Cônsul Honorário da Alemanha de Rolândia, Adrian Von Treuenfels. Adrian que além de produtor rural é ambientalista e membro da WWF, ressaltou que um grande projeto que favoreça a toda a região e as comunidades locais com certeza contará com o empenho pessoal dele para um possível financiamento junto a instituição. 

Adrian e Rafael analisam possíveis projetos para a formação de corredores ecológicos para a área

Adrian e Rafael analisam possíveis projetos para a formação de corredores ecológicos para a área

O Bosque Municipal Manoel Julio de Almeida deverá em breve passar por um grande processo de revitalização para também abrigar o IPEVS – Instituto de Pesquisa em Vida Selvagem e Meio Ambiente e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente. 

Rafael Haddad, Bira, Fátima Roque e Rubinho expõe sobre as futuras propostas para o Bosque
Rafael Haddad, Bira, Fátima Roque e Rubinho expõe sobre as futuras propostas para o Bosque

Representantes de todas as instituições presentes durante a visita
Representantes de todas as instituições presentes durante a visita

 

 






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18 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Há menos de uma centena de golfinhos-de-Irrawaddy, afirma WWF

Animal proveniente do Camboja tem alta chance de desaparecer, diz estudo.
Número foi obtido a partir de censo realizado por ambientalistas.

Estudo divulgado nesta quarta-feira (17) pela organização ambiental WWF afirma que a população de golfinhos-de-Irrawaddy (Orcaella brevirostris), encontrada no Rio Mekong, no Camboja, está em declínio e com alta chance de desaparecer.

O documento afirma que restam apenas 85 animais da espécie, número obtido a partir de identificação fotográfica realizada no rio, um dos principais do Sudeste Asiático. Os golfinhos vivem em um trecho de 190 quilômetros de extensão, que vai até a divisa com o Laos.

De acordo com Li Lifeng, diretor do WWF, os exemplares foram identificados pela barbatana dorsal, que funciona equivalente à impressão digital dos seres humanos).

“Usamos essa informação para estimar o tamanho da população. É forte a evidência de que poucos animais jovens chegam à idade adulta, ou seja, os golfinhos velhos não são substituídos”, disse o pesquisador.

Ainda segundo o porta-voz da organização ambiental, para salvar a espécie da extinção é necessária uma ação conjunta de conservação.  O golfinho-de-Irrawaddy foi classificado em situação crítica de ameaça na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na tradução do inglês).

Golfinh (Foto: Divulgação/WWF Camboja)

Imagem de golfinho-de-Irrawaddy capturado com rede de pesca no Rio Mekong, no Camboja. Estudo do WWF afirma que restam apenas 85 animais da espécie na região e que a população está em declínio (Foto: Divulgação/WWF Camboja)

Fonte: Globo Natureza, São Paulo


6 de julho de 2011 | nenhum comentário »

Caça ilegal de rinoceronte na África do Sul já matou 200 animais, diz WWF

Levantamento feito pela ONG (organização não-governamental) WWF aponta que 200 rinocerontes foram mortos na África do Sul durante o primeiro semestre de 2011. A estatística foi feita a partir de informações do departamento de parques nacionais.

Ainda segundo a WWF, se a caça ilegal não for reprimida, poderá exceder aos níveis de 2010, quando 333 rinocerontes foram mortos no país.

Oficialmente, de janeiro a junho de 2011 foram 193 mortes, a maioria registrada no Parque Nacional Kruger, um dos safáris mais famosos do mundo e que já perdeu 126 exemplares da espécie no período. Durante todo o ano passado, foram 146 rinocerontes caçados.

“Essa prática tem sido cometida por criminosos sofisticados, que caçam a partir de helicópteros e usam armas automáticas”, afirmou Joseph Okori, coordenador do programa de proteção aos rinocerontes africanos da WWF.

Medidas – O país abriga a maior população de rinocerontes do tipo africano, incluindo rinocerontes brancos e negros, sendo que esta última espécie está criticamente ameaçada de extinção.

Para tentar reduzir os índices, medidas de proteção judicial causaram123 detenções até o fim de junho. No ano passado, as autoridades sul-africanas prenderam um total de 165 caçadores suspeitos, condenando apenas quatro. Entretanto, ainda há processos em andamento.

De acordo com a organização, a caça ilegal deste ‘gigante africano’ tem sido fomentada pela alta demanda de chifres na Ásia, onde são altamente valorizados pela medicina tradicional.

Fonte: Globo Natureza


7 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Espécies recém-descobertas em Madagascar já correm risco, diz WWF

Em 11 anos, cientistas encontraram 615 novas espécies na ilha africana.
Desmatamento ameaça biodiversidade do país.

A ilha africana de Madagascar, considerada a quarta maior do mundo, é o local que concentra o maior número de novas espécies de animais, plantas e insetos, segundo relatório publicado nesta segunda-feira (6) pela organização ambiental WWF.

De acordo com a entidade, cientistas fizeram 615 descobertas de novas espécies entre os anos de 1999 e 2010. Entretanto, muitas das criaturas já estão ameaçadas de extinção, afirma o documento.

Nos últimos 11 anos, foram encontradas 385 plantas, 42 invertebrados, 17 peixes, 69 anfíbios, 61 répteis e 41 mamíferos. Mas especialistas alertam que parte da biodiversidade recém-descoberta estaria desaparecendo em decorrência do desmatamento, que já afetou 90% da cobertura de florestas original.

O relatório cita o lêmure rato de Berthe (Microcebus berthae), descoberto em 2000 e que ficou conhecido ao ser retratado no filme Madagascar, como um dos primatas já classificados com risco de extinção.

O estudo aponta problemas políticos no país como responsáveis por acelerar a devastação da floresta. Atividades madeireiras irregulares teriam afetado áreas de parques nacionais como os de Marojejy, Masoala, Makira e Mananara.

Além disso, há registros de caça predatória de espécies em virtude da culinária do país. “Essas espécies espetaculares estão em jogo em Madagascar. Nós vamos colocar todo nosso esforço e dinheiro para proteção prioritária da terra, paisagens marinhas e espécies em risco”, afirmou Nanie Ratsifandrihamanana, diretora da WWF no país.

Exemplar de lêmure rato de Berthe, descoberto em 2000 na ilha de Madagascar, é considerado em extinção (Foto:WWF)

Exemplar de lêmure rato de Berthe, descoberto em 2000 na ilha de Madagascar, é considerado em extinção (Foto:WWF)

Confira imagens de outras espécies encontradas em Madagascar, acesse:
http://g1.globo.com/natureza/fotos/2011/06/confira-especies-descobertas-na-ilha-de-madagascar.html

Fonte: Globo Natureza, em São Paulo


3 de junho de 2011 | nenhum comentário »

SBPC nega financiamento de cientistas por ONGs, citada por Rebelo

A SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) divulgou na quarta-feira (1º) uma nota rebatendo as acusações do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) sobre o financiamento de cientistas no debate do Código Florestal.

Conforme mostrou uma matéria da Folha, Rebelo acusou parte dos cientistas da SBPC de serem financiados pelo “lobby ambientalista” formado por ONGs como Greenpeace e WWF.

“A SBPC, quando foi convocada pela comissão especial da Câmara, negou-se a comparecer dizendo que não tinha posição”, disse o deputado, em evento sobre sustentabilidade para empresários em São Paulo, em 26 de maio.

“Quando foi procurada pelo lobby ambientalista, que paga a alguns dos pesquisadores — paga, porque eu sei–, a SPBC resolveu manifestar-se”, completou Rebelo.

De acordo com o deputado, esses pesquisadores receberam recursos para elaborar sua colaboração técnica-científica ao debate sobre a revisão do Código Florestal.

Em resposta, a SBPC afirmou que as ONGs não participaram do grupo de trabalho criado para estudar o Código Florestal de 1965 e que os cientistas trabalharam de maneira “voluntária”.

“Tratava de trabalho técnico-científico e que, portanto, só deveria ser realizado por pesquisadores de instituições nacionais de ensino e ou pesquisa”, destaca a nota.

“O deputado falta com a verdade perante a opinião pública brasileira e os seus eleitores nas suas recentes declarações à imprensa.”

A SBPC destacou ainda que o deputado “faltou com a verdade” ao afirmar que a SBPC se negou a participar de um encontro da bancada ruralista e só se manifestar quando foi convidada pela bancada ambientalista.

“Melhor faria o deputado em ater-se objetivamente aos argumentos substanciais colocados pela ciência no debate, porque é isto que interessa à nação e é o que se espera de um legislador”, conclui.

Fonte: Sabine Righetti, Folha.com, De São Paulo.


12 de maio de 2011 | nenhum comentário »

ONG internacional faz críticas ao Código Florestal brasileiro

O Brasil já começou a ser criticado no exterior pelas mudanças no Código Florestal.

A ONG WWF Internacional (sigla em inglês de World Wildlife Fund) divulgou na terça-feira um comunicado no qual afirma que a lei brasileira de florestas está “sob fogo” do Congresso, e que a proposta de reforma de Aldo Rebelo (PCdoB-SP) foi feita “ignorando o aconselhamento” de cientistas, da agricultura familiar e do próprio governo federal.

As críticas externas vêm num momento no qual o próprio Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) admite que o desmatamento está subindo na Amazônia em decorrência da expectativa dos agricultores pelas supostas flexibilizações na preservação introduzidas pelo código. O desmatamento é um ponto tradicionalmente sensível da imagem do Brasil no exterior.

Segundo o comunicado da WWF, as mudanças na lei de florestas chegam “à medida que o Brasil se prepara para sediar a Olimpíada e a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável”.

A ONG diz que a lei a ser votada quarta-feira na Câmara “traz uma série de ameaças à grande riqueza natural do Brasil, e não apenas à Amazônia”.

Fonte: Claudio Angelo, De Brasília


3 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

WWF: mundo pode poupar US$ 5,4 tri aderindo às energias limpas

O grupo ambientalista WWF divulgou um estudo na terça-feira (1º) que afirma que uma troca radical do uso de combustíveis fósseis por fontes limpas de energia poderia representar, no prazo de 40 anos, uma economia de US$ 5,5 trilhões ao ano, bem como combater as mudanças climáticas.

O “Relatório Energético”, produzido pelo WWF e a empresa de consultoria Ecofys, analisa o cenário de um esforço concertado para substituir combustíveis fósseis com alta concentração de carbono, como petróleo, carvão e gás, por 95% de fontes de energia limpa até 2050, o que exigiria um investimento “maciço”.

Segundo o documento, embora tal mudança seja “radical para o curso atual da humanidade”, além de ambiciosa, é tecnicamente possível, além de inevitável reduzir as emissões de carbono e combater o aquecimento global. O relatório também destacou os benefícios econômicos desta mudança, apesar do investimento de US$ 4,8 trilhões por ano, necessário ao longo do próximo quarto de século.

De acordo com o relatório, atualmente 80% da energia utilizada no mundo têm origem em combustíveis fósseis, e os investimentos em energia limpa em todo o mundo alcançaram US$ 151 bilhões em 2009. “Em 2050, nós economizaríamos cerca de 4 trilhões de euros (US$ 5,5 trilhões) ao ano com eficiência energética e custos reduzidos de combustíveis em comparação com um cenário ‘business-as-usual’ (em que são mantidas as variáveis atuais)”, acrescentou.

Apesar dos enormes custos envolvidos na troca, o equilíbrio se restabeleceria por volta de 2040, acrescentou o relatório. De acordo com o WWF, a economia obtida com o fim dos subsídios ao petróleo, gás e carvão em todo o mundo somaria entre US$ 500 bilhões e US$ 800 bilhões ao ano dependendo dos preços do óleo bruto, com base em estimativas recentes da Agência Internacional de Energia (AIE) e da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O documento também projetou que as medidas gerariam uma queda líquida de 15% na demanda global de energia em 2050, mesmo com o crescimento populacional, a expansão industrial e a riqueza crescente das populações. À parte das mudanças de grande porte mais comumente defendidas no uso de combustíveis para o transporte e o abastecimento de energia, o documento identificou um enorme leque de medidas de redução do uso de energia relativas ao modo de vida.

Neste sentido, defendeu a redução à metade do consumo de carne em países ricos para reduzir o aumento das emissões de metano de origem animal, mas recomendou seu aumento em um quarto nos países pobres, atendendo a necessidades sanitárias e nutricionais em ambos os casos.

Também defendeu um melhor isolamento térmico, o uso de energia solar e de bombas geotérmicas para residências e escritórios, inclusive a reforma de construções existentes em uma taxa de 2% a 3% da área existente por ano.

O ministro saudita do Petróleo e Energia, Ali Ibrahim Al-Naimi, previu em um fórum das Nações Unidas celebrado esta semana em Genebra que o mix energético mundial deveria atender à proporção de 50% de fonte petrolífera e 50% de fontes renováveis e outras.

O homem forte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) reforçou a ideia de um crescimento de quase 40% nas necessidades energéticas totais nas próximas décadas, previstas pela AIE, sobretudo devido ao aumento da demanda de petróleo em países emergentes como Brasil e China. “O mundo não pode se dar ao luxo de descartar uma fonte de energia em particular”, argumentou Naimi, que apoiou a adoção de medidas tecnológicas para reduzir a poluição e as emissões advindas do petróleo. (Fonte: Portal Terra)

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19 de agosto de 2009 | nenhum comentário »

Panda pode sumir da natureza em duas ou três gerações, diz WWF

O grau de risco de extinção do panda-gigante é tão alto que a espécie corre o risco de desaparecer em duas ou três gerações. Este é o alerta do WWF (World Wildlife Fund) em Pequim.

Segundo especialistas, o habitat do animal no sul da China está seriamente ameaçado pelo desenvolvimento.

Em entrevista à agência de notícias oficial chinesa Xinhua, Fan Zhiyong, um dos diretores do WWF no país, afirmou que o tráfego pesado em algumas áreas tem proibido os pandas de cruzar rodovias, inibindo sua habilidade de encontrar e interagir com outros de sua espécie.

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Linhas de energia e projetos hídricos também têm dificultado a vida e a conservação dos pandas.

Filhotes – Nesta terça-feira (18), uma panda de seis anos deu à luz gêmeos na estação de conservação de Louguantai, na Província de Shaanxi. (Fonte: Folha Online)
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30 de março de 2009 | nenhum comentário »

Mundo vive apagão voluntário contra o aquecimento global

Milhares de pessoas em todo o mundo apagaram as luzes entre 20h30 e 21h30 de sábado (horário local) para protestar contra as mudanças climáticas e o aquecimento global. A manifestação, denominada Hora do Planeta e promovida pela ONG ambientalista WWF, começou em 2007, em Sydney, na Austrália. A repercussão foi tão grande que, no ano seguinte, outras cidades australianas e várias metrópoles espalhadas pelo mundo também quiseram participar. Neste ano, a campanha se espalhou por todo o mundo.

No Brasil, pontos turísticos como o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, e a Ponte Otávio Frias de Oliveira (Ponte Estaiada), em São Paulo, tiveram a iluminação apagada por uma hora. No total, 76 cidades brasileiras declararam que participariam do evento e mais de 700 empresas e 300 organizações manifestaram apoio.

Curitiba

Em Curitiba, a expectativa da Fundação O Boticário – que fez a mobilização – era de que a ação atingisse 125 mil pessoas. A prefeitura aderiu à campanha e 11 pontos da cidade ficariam no escuro por uma hora: Teatro do Paiol, Fonte dos Anjos, Torre da Biodiversidade, Estufa do Jardim Botânico, Linha Verde (monumento de bambu), as fontes das praças Santos Andrade e Generoso Marques, portais de Santa Felicidade e Polonês, pista de atletismo da praça Osvaldo Cruz, e cancha polivalente da Praça Ouvidor Pardinho.

O Festival de Curitiba apagaria simbolicamente, por um minuto, as luzes dos oito teatros que receberam espetáculos da Mostra 2009 antes do início das apresentações das 21 horas.

O Big Ben, em Londres, a Torre Eiffel, em Paris, e o Empire State Building, em Nova Iorque, entre outros, também ficaram sem luzes durante a campanha. A expectativa do WWF era de que 1 bilhão de pessoas em 88 países participassem da Hora do Planeta deste ano.

O Cristo Redentor com as luzes acesas e no escuro durante uma hora (no alto)

O Cristo Redentor com as luzes acesas e no escuro durante uma hora (no alto)

Fotos: Antônio Scorza/AFP
Fonte: Gazeta do Povo

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16 de março de 2009 | nenhum comentário »

IPEVS, SEMMA e VIDA VERDE recebem visita do Presidente da WWF na Alemanha

No dia 10 de março representantes do IPEVS, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e do grupo Ecológico Vida Verde de Cornélio Procópio receberam a visita do presidente da WWF (Worldwide Fun for Nature) na Alemanha, o professor Dr. Detlev Drenckhahn, no Bosque Municipal Manoel Julio de Almeida.

Detlev durante observação das formações vegetais existentes do Paraná

Detlev durante observação das formações vegetais existentes do Paraná

Durante a visita Detlev pode conhecer a estrutura existente no bosque e caminhar em suas trilhas observando a flora e fauna locais. Comentou sobre a importância da presevação e da união de fragmentos florestais como estes para a manutenção da biodiversidade. Outro ponto destacado pelo representante da WWF foi sobre as áreas florestais nas propriedades rurais. “ O agricultor deve receber por manter as áreas florestais preservadas”, ressaltou o Dr. Drenckhanh.

Indagado sobre o papel do WWF no incentivo a proteção do meio ambiente, Detlev foi categórico em dizer que a instituição possui milhões de dólares para financiar projetos na área ambiental e que deverá atender a demanda existente no Brasil desde que os projetos estejam em acordo com a legislação brasileira e atendam as linhas de trabalho da WWF.

Trocas de idéias e explanações durante o coffeebreak

Trocas de idéias e explanações durante o coffeebreak

Detlev veio acompanhado de sua esposa e do Cônsul Honorário da Alemanha de Rolândia, Adrian Von Treuenfels. Adrian que além de produtor rural é ambientalista e membro da WWF, ressaltou que um grande projeto que favoreça a toda a região e as comunidades locais com certeza contará com o empenho pessoal dele para um possível financiamento junto a instituição. 

Adrian e Rafael analisam possíveis projetos para a formação de corredores ecológicos para a área

Adrian e Rafael analisam possíveis projetos para a formação de corredores ecológicos para a área

O Bosque Municipal Manoel Julio de Almeida deverá em breve passar por um grande processo de revitalização para também abrigar o IPEVS – Instituto de Pesquisa em Vida Selvagem e Meio Ambiente e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente. 

Rafael Haddad, Bira, Fátima Roque e Rubinho expõe sobre as futuras propostas para o Bosque
Rafael Haddad, Bira, Fátima Roque e Rubinho expõe sobre as futuras propostas para o Bosque

Representantes de todas as instituições presentes durante a visita
Representantes de todas as instituições presentes durante a visita