{"id":10330,"date":"2012-07-26T10:10:01","date_gmt":"2012-07-26T13:10:01","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=10330"},"modified":"2012-07-26T10:10:01","modified_gmt":"2012-07-26T13:10:01","slug":"desmatamento-reduz-em-junho-mas-mt-ainda-lidera-degradacao-florestal","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=10330","title":{"rendered":"Desmatamento reduz em junho, mas MT ainda lidera degrada\u00e7\u00e3o florestal"},"content":{"rendered":"<p><strong>De acordo com Imazon, estado concentra 80% da degrada\u00e7\u00e3o florestal.<\/strong><br \/>\n<strong>Em 11 meses foram 1.587 km2 no estado frente aos 1.974 km2 da regi\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<figure style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/topico\/mato-grosso.html\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/9CSQ3Jkhi2x-ApG1RK_Kq62p9Z2rk42NvtPSY9CEz-RIoz-HdGixxa_8qOZvMp3w\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2011\/10\/04\/madeiras.jpg\" alt=\"\u00c1rea desmatada possuia \u00e1rvores em extin\u00e7\u00e3o (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o)\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Desmatamento em junho somou 2 km2 no estado (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o)<\/figcaption><\/figure>\n<p><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/topico\/mato-grosso.html\">Mato Grosso<\/a>\u00a0perdeu dois quil\u00f4metros quadrados de Floresta Amaz\u00f4nica em junho e tornou-se o menor do ano, apontou o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz\u00f4nia. O resultado verificado no m\u00eas passado superou o desempenho de janeiro, quando foram quatro quil\u00f4metros quadrados e \u00e0 \u00e9poca era o mais baixo. Altas e baixas marcam os n\u00edveis de desmates no semestre no estado, revelou o Imazon.<\/p>\n<p>Enquanto em janeiro a floresta perdeu 4 km2, em fevereiro as ocorr\u00eancias tornaram-se maiores e atingiram uma \u00e1rea de 70 km2, fazendo a unidade federada liderar o ranking dos maiores desmatadores da Amaz\u00f4nia Legal. Em mar\u00e7o, o desmatamento atingiu 32 km2, indo a outros 50 km2 em abril e 11 km2 em maio.<\/p>\n<p>Apesar de comemorar redu\u00e7\u00f5es, Mato Grosso ainda \u00e9 campe\u00e3o no quesito degrada\u00e7\u00e3o florestal. Como explica Jo\u00e3o Andrade, coordenador do Programa Governan\u00e7a Florestal do Instituto Centro de Vida (ICV), a degrada\u00e7\u00e3o corresponde ao chamado pr\u00e9-desmatamento e mostra que a destrui\u00e7\u00e3o da floresta ainda continua.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 um indicador futuro, pois \u00e9 o primeiro sinal do desmatamento. Os dados se contrap\u00f5em e mostram que a ilegalidade continua&#8221;, disse ao\u00a0<strong>G1<\/strong>\u00a0o representante. Ao avaliar a degrada\u00e7\u00e3o florestal acumulada entre agosto de 2011 a junho de 2012 (o chamado ano do desmatamento), o Imazon constatou que na Amaz\u00f4nia Legal chegou a 1.974 km2. Somente em Mato Grosso foram 1.587 km2 ou pouco mais de 80% do volume total.<\/p>\n<p>Mesmo com uma redu\u00e7\u00e3o na ordem de 58% na degrada\u00e7\u00e3o florestal, quando comparado aos 3.779 km2 registrados entre agosto de 2010 a junho de 2011, a unidade matogrossense continua liderando o ranking dos estados que mais degradaram a floresta nestes meses avaliados. O Par\u00e1, com 239 km2 degradados, apareceu na segunda posi\u00e7\u00e3o, seguida por Rond\u00f4nia com 101 km2.<\/p>\n<p>Para Jo\u00e3o Andrade, do ICV, a degrada\u00e7\u00e3o fomenta tamb\u00e9m o com\u00e9rcio ilegal de madeira e mant\u00e9m vivos os crimes contra a floresta. No entender do representante do Instituto Centro de Vida, dois fatores est\u00e3o influenciando diretamente a continuidade das a\u00e7\u00f5es ilegais.<\/p>\n<p>&#8220;Um \u00e9 a fiscaliza\u00e7\u00e3o e a outra \u00e9 a responsabiliza\u00e7\u00e3o. Muitas vezes uma pessoa \u00e9 autuada, mas n\u00e3o necessariamente paga a multa, pois pode prescrever. Ou tamb\u00e9m porque houve problemas na hora da fiscaliza\u00e7\u00e3o e acham-se brechas [jur\u00eddicas]. Se h\u00e1 a maior responsabiliza\u00e7\u00e3o vai se pensar duas vezes [antes de agir]&#8221;, afirma o coordenador do Programa Governan\u00e7a Florestal.<\/p>\n<p><strong>Desmatamento acumulado<\/strong><br \/>\nAo avaliar o acumulado dos chamados dez meses do calend\u00e1rio de desmatamento, ou seja, de agosto de 2011 a junho de 2012 o Imazon aponta o Par\u00e1 (34%) como l\u00edder, seguido por Mato Grosso (32%), Rond\u00f4nia (18%) e Amazonas (9%). Juntos, os quatro estados foram respons\u00e1veis por 93% do desmatamento ocorrido na Amaz\u00f4nia Legal nesse per\u00edodo.<\/p>\n<p>Segundo o Imazon, houve recuo de 41% nos desmates quando comparado com o per\u00edodo anterior (agosto de 2010 a junho de 2011). Queda em termos relativos no Acre (-64%), Amazonas (-54%), Mato Grosso (-50%), Rond\u00f4nia (48%) e Par\u00e1 (20%). Contudo, avan\u00e7o de 194% em Roraima e 61% no Tocantins.<\/p>\n<p>J\u00e1 em termos absolutos quem lidera o ranking do desmatamento no acumulado \u00e9 o estado do Par\u00e1, com 309 km2, seguido por Mato Grosso (293 km2), Rond\u00f4nia (167 km2), Amazonas (81 km2), Roraima (23 km2), Acre (20 km2) e Tocantins (14 km2).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com Imazon, estado concentra 80% da degrada\u00e7\u00e3o florestal. Em 11 meses foram 1.587 km2 no estado frente aos 1.974 km2 da regi\u00e3o. Mato Grosso\u00a0perdeu dois quil\u00f4metros quadrados de Floresta Amaz\u00f4nica em junho e tornou-se o menor do ano, apontou o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz\u00f4nia. 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