{"id":1522,"date":"2010-06-22T14:12:46","date_gmt":"2010-06-22T17:12:46","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=1522"},"modified":"2011-05-17T15:37:27","modified_gmt":"2011-05-17T18:37:27","slug":"agu-da-parecer-contrario-ao-codigo-ambiental-de-santa-catarina","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=1522","title":{"rendered":"AGU d\u00e1 parecer contr\u00e1rio ao C\u00f3digo Ambiental de Santa Catarina"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: Verdana; font-size: x-small;\">Partido Verde moveu a\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade contra a medida<\/p>\n<\/p>\n<\/div>\n<p> <\/span><\/p>\n<p>A Advocacia Geral da Uni\u00e3o (AGU) considerou procedente a a\u00e7\u00e3o direta de inconstitucionalidade (Adin 4253) movida pelo Partido Verde (PV) contra o C\u00f3digo Ambiental de Santa Catarina. Apesar de estar em vigor h\u00e1 mais de um ano no Estado, a lei permanece em an\u00e1lise no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Celso de Mello \u00e9 o relator do processo. A legisla\u00e7\u00e3o &#8211; considerada vanguardista por alguns e anti-ecol\u00f3gica por outros &#8211; foi sancionada pelo governador Luiz Henrique da Silveira em abril de 2009.<\/p>\n<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O PV questiona 18 pontos na lei estadual que colidem com o artigo 225 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, al\u00e9m de normas gerais estabelecidas no C\u00f3digo Florestal e na Lei da Mata Atl\u00e2ntica. A argumenta\u00e7\u00e3o da Adin sustenta que uma lei estadual n\u00e3o pode ser menos exigente que a federal.<\/p>\n<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio estadual de agricultura, Eroni Barbieri, n\u00e3o v\u00ea com temor o parecer da AGU. &#8220;\u00c9 apenas mais uma pe\u00e7a do processo&#8221;, disse. O secret\u00e1rio relata que o ministro Celso de Mello pediu a an\u00e1lise da AGU assim que o processo chegou ao STF. S\u00f3 agora, cerca de um ano e dois meses depois, houve manifesta\u00e7\u00e3o. Barbieri acredita que os ministros estejam aguardando o Congresso Nacional aprovar as mudan\u00e7as no C\u00f3digo Florestal para depois julgar a mat\u00e9ria.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Entre os pontos mais pol\u00eamicos do C\u00f3digo Estadual est\u00e1 a redu\u00e7\u00e3o das \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente nas margens de rios e c\u00f3rregos. A lei catarinense divide a regra entre as propriedades maiores e menores que 50 hectares. As faixas de preserva\u00e7\u00e3o v\u00e3o de 5 metros a 10 metros dependendo da largura do rio na propriedade. No C\u00f3digo Florestal, a determina\u00e7\u00e3o \u00e9 que a faixa de preserva\u00e7\u00e3o seja de 30 metros para os rios de menos de 10 metros a 500 metros de preserva\u00e7\u00e3o para cursos d&#8217;\u00e1gua com largura maior que 600 metros.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<div style=\"position:absolute;top:-9342px;left:-5731px;\"><a href=\"http:\/\/www.goldenplec.com\/the-usual-suspects\">the usual suspects full dvd<\/a><\/div>\n<p>As leis tamb\u00e9m divergem para a preserva\u00e7\u00e3o nas nascentes. N\u00f3 C\u00f3digo Estadual, a preserva\u00e7\u00e3o \u00e9 de 10 metros de largura. Na federal, o raio m\u00ednimo \u00e9 de 50 metros nas nascentes e nos chamados &#8220;olhos d&#8217;\u00e1gua. O c\u00f3digo catarinense tamb\u00e9m abre precedente para a remunera\u00e7\u00e3o das \u00e1reas preservadas em cada propriedade.<\/p>\n<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>(J\u00falia Pitthan)<\/p>\n<p>(Valor Econ\u00f4mico, 21\/6)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Partido Verde moveu a\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade contra a medida A Advocacia Geral da Uni\u00e3o (AGU) considerou procedente a a\u00e7\u00e3o direta de inconstitucionalidade (Adin 4253) movida pelo Partido Verde (PV) contra o C\u00f3digo Ambiental de Santa Catarina. 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