{"id":1733,"date":"2010-08-16T11:30:45","date_gmt":"2010-08-16T14:30:45","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=1733"},"modified":"2010-08-16T11:30:45","modified_gmt":"2010-08-16T14:30:45","slug":"sapos-ras-e-pererecas-estao-entre-os-mais-ameacados-de-extincao","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=1733","title":{"rendered":"Sapos, r\u00e3s e pererecas est\u00e3o entre os mais amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>O perigo da extin\u00e7\u00e3o amea\u00e7a constantemente a <a href=\"http:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/clipping\/2010\/08\/16\/59020-sapos-ras-e-pererecas-estao-entre-os-mais-ameacados-de-extincao.html#\">biodiversidade<\/a> do <a href=\"http:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/clipping\/2010\/08\/16\/59020-sapos-ras-e-pererecas-estao-entre-os-mais-ameacados-de-extincao.html#\">planeta<\/a>.  Para muitos cientistas, s\u00e3o as a\u00e7\u00f5es do homem as grandes respons\u00e1veis  por esse problema. No estudo, \u201cOs riscos de extin\u00e7\u00e3o de sapos, r\u00e3s e  pererecas em decorr\u00eancia das altera\u00e7\u00f5es <a href=\"http:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/clipping\/2010\/08\/16\/59020-sapos-ras-e-pererecas-estao-entre-os-mais-ameacados-de-extincao.html#\">ambientais<\/a>\u201d,  Vanessa Verdade, Marianna Dixo e Felipe Curcio explicam como o fantasma  da extin\u00e7\u00e3o ronda tamb\u00e9m esse grupo de animais. A pesquisa foi  publicada na revista Estudos Avan\u00e7ados.<\/p>\n<p>Segundo o estudo, a <a href=\"http:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/clipping\/2010\/08\/16\/59020-sapos-ras-e-pererecas-estao-entre-os-mais-ameacados-de-extincao.html#\">diversidade<\/a> de anuros (popularmente conhecidos como sapos, r\u00e3s e pererecas) no  mundo ultrapassa 5.600 esp\u00e9cies, e o Brasil \u00e9 considerado atualmente o  pa\u00eds que inclui a maior <a href=\"http:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/clipping\/2010\/08\/16\/59020-sapos-ras-e-pererecas-estao-entre-os-mais-ameacados-de-extincao.html#\">diversidade<\/a>,  abrigando 849 delas. \u201cEstar no topo desse ranking \u00e9 motivo de orgulho  para n\u00f3s, mas exige muita responsabilidade. Quase 500 das esp\u00e9cies que  vivem no pa\u00eds s\u00e3o end\u00eamicas (exclusivas do Brasil). Isso significa que,  se alguma delas for extinta, o mundo todo perde parte de sua <a href=\"http:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/clipping\/2010\/08\/16\/59020-sapos-ras-e-pererecas-estao-entre-os-mais-ameacados-de-extincao.html#\">diversidade<\/a>\u201d, explicam os autores no estudo.<\/p>\n<p>A pesquisa mostra tamb\u00e9m que os anuros s\u00e3o um dos grupos de animais  mais amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o no mundo \u2013 cerca de 30% deles correm risco de  desaparecer nos pr\u00f3ximos anos \u2013 e que desde 1980, 35 esp\u00e9cies j\u00e1 foram  extintas na natureza. \u201cPor apresentarem pele fina e perme\u00e1vel e, na  maioria dos casos, fase larval que vive em ambiente aqu\u00e1tico, esses  animais s\u00e3o muito sens\u00edveis a altera\u00e7\u00f5es tanto do ambiente aqu\u00e1tico como  do solo e do ar\u201d, explica a pesquisa.<\/p>\n<p>Os pesquisadores afirmam no artigo que como as \u00e1reas naturais estarem  cada vez menores, mais alteradas e mais isoladas entre si, muitas  esp\u00e9cies deixam de encontrar no ambiente as condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para  sobreviver. \u201cUma esp\u00e9cie de perereca que deposita ovos nas axilas de  brom\u00e9lias depende dessas para reproduzir. Se as brom\u00e9lias desaparecerem,  n\u00e3o haver\u00e1 reprodu\u00e7\u00e3o e a popula\u00e7\u00e3o deixar\u00e1 de existir\u201d, exemplificam.<\/p>\n<p>O estudo ainda mostra os perigos da radia\u00e7\u00e3o ultravioleta \u2013 que nos  anuros atinge os ovos e embri\u00f5es, prejudicando o desenvolvimento,  gerando anomalias e causando problemas no sistema imunol\u00f3gico \u2013 e da  presen\u00e7a de agentes infecciosos como o Bd \u2013 um fungo aqu\u00e1tico da fam\u00edlia  Quitridae, da esp\u00e9cie <em>Batrachochitrium dendrobatidis<\/em>. \u201cO Bd \u00e9 considerado atualmente a maior e mais iminente amea\u00e7a aos anf\u00edbios nas regi\u00f5es tropicais\u201d, diz a pesquisa.<\/p>\n<p>Muitos anf\u00edbios s\u00e3o considerados bioindicadores, pois sua pele  perme\u00e1vel e o ciclo de vida em ambiente aqu\u00e1tico e terrestre s\u00e3o  caracter\u00edsticas que os tornam suscet\u00edveis a altera\u00e7\u00f5es no ambiente. \u201cA  sensibilidade de algumas esp\u00e9cies permite dizer que o ambiente n\u00e3o vai  bem quando eles deveriam estar presentes e n\u00e3o est\u00e3o. Mesmo em \u00e1reas em  que o ambiente est\u00e1 aparentemente preservado, o desaparecimento de  esp\u00e9cies de anf\u00edbios nos diz que existe um problema. A crise \u00e9 um  importante alerta\u201d, encerram.<em> <\/em><\/p>\n<p><em>Fonte: JB Online<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O perigo da extin\u00e7\u00e3o amea\u00e7a constantemente a biodiversidade do planeta. Para muitos cientistas, s\u00e3o as a\u00e7\u00f5es do homem as grandes respons\u00e1veis por esse problema. No estudo, \u201cOs riscos de extin\u00e7\u00e3o de sapos, r\u00e3s e pererecas em decorr\u00eancia das altera\u00e7\u00f5es ambientais\u201d, Vanessa Verdade, Marianna Dixo e Felipe Curcio explicam como o fantasma da extin\u00e7\u00e3o ronda tamb\u00e9m &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=1733\"> <span class=\"screen-reader-text\">Sapos, r\u00e3s e pererecas est\u00e3o entre os mais amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o<\/span> Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[109,20],"tags":[3815,844,845,843],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1733"}],"collection":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1733"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1733\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1734,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1733\/revisions\/1734"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1733"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1733"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1733"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}