{"id":1752,"date":"2010-08-24T11:00:11","date_gmt":"2010-08-24T14:00:11","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=1752"},"modified":"2011-03-16T06:28:03","modified_gmt":"2011-03-16T09:28:03","slug":"amazonia-perde-29-areas-protegidas-entre-2008-e-2009","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=1752","title":{"rendered":"Amaz\u00f4nia perde 29 \u00e1reas protegidas entre 2008 e 2009"},"content":{"rendered":"<p>Por press\u00e3o de madeireiros, fazendeiros, mineradores ou do pr\u00f3prio  governo, 29 \u00e1reas protegidas na Amaz\u00f4nia foram reduzidas ou extintas  entre 2008 e 2009.<\/p>\n<p>O total de florestas  perdidas no processo foi de 49 mil km2, quase um Rio Grande do Norte.  As redu\u00e7\u00f5es ocorreram sem consultas p\u00fablicas ou estudos t\u00e9cnicos, como  manda a lei.<\/p>\n<p>Os dados s\u00e3o de um estudo in\u00e9dito do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz\u00f4nia), a ser publicado amanh\u00e3 na internet (<a href=\"http:\/\/www.imazon.org.br\/\">www.imazon.org.br<\/a>).<\/p>\n<div style=\"position:absolute;top:-10458px;left:-4000px;\"><a href=\"http:\/\/www.absurdintellectual.com\/movie\/watch-the-reef\">the reef dvd rip<\/a><\/div>\n<p>Os pesquisadores Elis Ara\u00fajo e Paulo Barreto levantaram 37  iniciativas entre novembro de 2008 a novembro de 2009 para reduzir 48  unidades de conserva\u00e7\u00e3o ou terras ind\u00edgenas na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>At\u00e9 julho deste ano, 23 propostas haviam sido conclu\u00eddas \u201393% delas resultaram em perda de \u00e1rea na unidade de conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O Estado de Rond\u00f4nia, o mais desmatado da Amaz\u00f4nia, \u00e9 o campe\u00e3o:  reduziu duas unidades de conserva\u00e7\u00e3o estaduais e extinguiu dez, al\u00e9m de  ter negociado com o governo a redu\u00e7\u00e3o da Floresta Nacional Bom Futuro,  unidade federal.<\/p>\n<p>\u201cComo eles perderam um ter\u00e7o da cobertura florestal, o que sobrou s\u00e3o  \u00e1reas protegidas\u201d, diz Ara\u00fajo. \u201cA ind\u00fastria madeireira l\u00e1 ainda \u00e9  forte. As unidades de conserva\u00e7\u00e3o sofrem muita press\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>O instrumento usado pelo governo do Estado para acabar com as \u00e1reas  protegidas foi pr\u00f3prio zoneamento ecol\u00f3gico-econ\u00f4mico do Estado, lei que  disciplina a ocupa\u00e7\u00e3o das terras. As unidades de conserva\u00e7\u00e3o nas zonas  de intensifica\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o foram consideradas extintas.<\/p>\n<p>A Folha procurou a secretaria do Meio Ambiente de Rond\u00f4nia por toda a sexta-feira, mas n\u00e3o foi atendida.<\/p>\n<p>Outro caso foi o do Parque Estadual do Xingu, em Mato Grosso. Ele foi  reduzido com o apoio da popula\u00e7\u00e3o de Vit\u00f3ria do Xingu para dar lugar a  um empreendimento agropecu\u00e1rio, que n\u00e3o veio.<\/p>\n<p>\u201cE a cidade ainda perdeu o repasse do Arpa [programa federal que d\u00e1 dinheiro a regi\u00f5es com unidades de conserva\u00e7\u00e3o]\u201c, diz Ara\u00fajo.<br \/>\n<em><\/em><\/p>\n<p><em>Fonte: Folha.com<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por press\u00e3o de madeireiros, fazendeiros, mineradores ou do pr\u00f3prio governo, 29 \u00e1reas protegidas na Amaz\u00f4nia foram reduzidas ou extintas entre 2008 e 2009. O total de florestas perdidas no processo foi de 49 mil km2, quase um Rio Grande do Norte. As redu\u00e7\u00f5es ocorreram sem consultas p\u00fablicas ou estudos t\u00e9cnicos, como manda a lei. 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