{"id":1961,"date":"2010-11-25T11:06:39","date_gmt":"2010-11-25T14:06:39","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=1961"},"modified":"2010-11-25T11:06:39","modified_gmt":"2010-11-25T14:06:39","slug":"iap-divulga-dados-sobre-qualidade-da-agua-nos-rios-de-londrina-e-rmc","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=1961","title":{"rendered":"IAP divulga dados sobre qualidade da \u00e1gua nos rios de Londrina e RMC"},"content":{"rendered":"<p>SEMA 24\/11\/2010<\/p>\n<p>A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos H\u00eddricos (SEMA), por meio do Instituto Ambiental do Paran\u00e1 (IAP), divulgou os resultados dos relat\u00f3rios de monitoramento da qualidade da \u00e1gua nas bacias hidrogr\u00e1ficas urbanas de Londrina. Os dados, obtidos entre 2007 e 2009, foram publicados na data em que se comemora o Dia do Rio, nesta quarta-feira (24). Foram monitorados 35 pontos localizados nas bacias do rio Jacutinga, bacia do Lind\u00f3ia, bacia do Limoeiro, bacia do Cambe, bacia do Cafezal e bacia do rio Tr\u00eas Bocas. <\/p>\n<p>&#8216;Constatamos que a qualidade da \u00e1gua est\u00e1, na maioria dos pontos, boa, mas as a\u00e7\u00f5es de plantio de mata ciliar, saneamento e educa\u00e7\u00e3o ambiental e monitoramento devem ser refor\u00e7adas. Com planejamento e conscientiza\u00e7\u00e3o ambiental ainda \u00e9 poss\u00edvel reverter o atual quadro de polui\u00e7\u00e3o dos rios&#8217;, declarou o secret\u00e1rio do Meio Ambiente e Recursos H\u00eddricos, Jorge Augusto Callado Afonso. <\/p>\n<p>RESULTADO &#8211; Foram enquadrados como Classe 2 (boa) as esta\u00e7\u00f5es de monitoramento localizadas acima do Lago Igap\u00f3, no Ribeir\u00e3o Camb\u00e9 e todas as esta\u00e7\u00f5es das bacias dos rios Cafezal, Limoeiro, Jacutinga e Tr\u00eas Bocas. As esta\u00e7\u00f5es localizadas a baixo da barragem do Lago Igap\u00f3 est\u00e3o na Classe 1 (muito boa). A situa\u00e7\u00e3o mais cr\u00edtica est\u00e1 nas esta\u00e7\u00f5es de monitoramento do ribeir\u00e3o Lind\u00f3ia, enquadrado na Classe 3 (polu\u00edda). <\/p>\n<p>De acordo com o secret\u00e1rio do Meio Ambiente e Recursos H\u00eddricos, Jorge Augusto Callado Afonso, o relat\u00f3rio tem o objetivo de subsidiar informa\u00e7\u00f5es a respeito das \u00e1guas para que todos conhe\u00e7am a realidade h\u00eddrica paranaense. <\/p>\n<p>&#8216;As a\u00e7\u00f5es de preserva\u00e7\u00e3o somente ser\u00e3o eficazes com uma participa\u00e7\u00e3o todos. Por isso, disponibilizamos este relat\u00f3rio, procurando oferecer subs\u00eddios \u00e0s entidades governamentais, n\u00e3o governamentais, acad\u00eamicas e a todos os cidad\u00e3os, para que possam participar e colaborar com a solu\u00e7\u00e3o dos conflitos de uso e preserva\u00e7\u00e3o da \u00e1gua&#8217;, explicou. <\/p>\n<p>Na bacia do Camb\u00e9 foram monitorados em 13 pontos e na bacia do Lind\u00f3ia, 6 pontos. Cinco pontos foram monitorados no Rio Cafezal e dois na bacia do Limoeiro. Tamb\u00e9m foram avaliados um ponto na Bacia do Tr\u00eas Bocas e quatro na bacia do Jacutinga. <\/p>\n<p>No monitoramento, realizado com metodologia desenvolvida por t\u00e9cnicos da Diretoria de Estudos e Padr\u00f5es Ambientais (Depam) do IAP, foram analisados 17 par\u00e2metros, entre eles, n\u00edvel de toxicidade, metais e biol\u00f3gico. A frequencia de amostragem foi feita a cada quatro meses e os resultados enquadrados conforme a resolu\u00e7\u00e3o 357\/2005 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). <\/p>\n<p>O presidente do IAP, Volnei Bisognin, lembra que o monitoramento auxilia as a\u00e7\u00f5es de licenciamento e fiscaliza\u00e7\u00e3o, evidenciando o cumprimento ou n\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o ambiental. &#8216;Al\u00e9m disso, possibilita o planejamento local e regional, avaliando os programas de saneamento e recupera\u00e7\u00e3o ambiental&#8217;, destaca Volnei. <\/p>\n<p>O relat\u00f3rio constata que a polui\u00e7\u00e3o encontrada nos rios de Londrina \u00e9 predominantemente de origem org\u00e2nica &#8211; coliformes fecais, mat\u00e9rias org\u00e2nicas que reduzem a concentra\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio dissolvido na \u00e1gua. Al\u00e9m disso, os lixos dom\u00e9sticos e a aus\u00eancia de vegeta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m contribuem para reduzir a qualidade da \u00e1gua. O ribeir\u00e3o Lind\u00f3ia, por exemplo, \u00e9 o rio que apresentou os menores \u00edndices de qualidade da \u00e1gua. As causas est\u00e3o diretamente relacionadas com a aus\u00eancia de mata ciliar em seus leitos e pelas ocupa\u00e7\u00f5es irregulares em suas margens. <\/p>\n<p>A \u00e1rea total ocupada pelas bacias hidrogr\u00e1ficas no interior da \u00e1rea urbana \u00e9 de 245,52 quil\u00f4metros quadrados, enquanto que a extens\u00e3o total dos cursos de \u00e1gua \u00e9 de cerca de 240 quil\u00f4metros. <\/p>\n<p>A bi\u00f3loga e limin\u00f3loga da diretoria de Estudos e Padr\u00f5es Ambientais (Depam) do IAP, Christine Xavier, que se dedica ao estudo da \u00e1gua doce h\u00e1 cerca de 20 anos, avalia os resultados da regi\u00e3o de Londrina como positivos, se comparado \u00e0 Curitiba e RMC. <\/p>\n<p>&#8216;A situa\u00e7\u00e3o em Curitiba \u00e9 cr\u00edtica e j\u00e1 requer um planejamento muito maior e investimentos altos para reverter o quadro de polui\u00e7\u00e3o. O sinal de polui\u00e7\u00e3o dos rios d\u00e1 alerta roxo na capital Em Londrina as a\u00e7\u00f5es ainda est\u00e3o ao alcance da popula\u00e7\u00e3o e dos administradores p\u00fablicos. Estamos no sinal amarelo&#8217;, alerta a especialista. <\/p>\n<p>Entre as medidas que devem ser adotadas para reverter a polui\u00e7\u00e3o dos rios est\u00e3o a conten\u00e7\u00e3o da eros\u00e3o nas margens, limpeza e assoreamento para renova\u00e7\u00e3o da \u00e1gua, al\u00e9m de a\u00e7\u00f5es de conscientiza\u00e7\u00e3o ambiental de jovens, adultos e crian\u00e7as sobre a import\u00e2ncia dos rios para a sobreviv\u00eancia das comunidades e para garantir os usos m\u00faltiplos da \u00e1gua \u00e0s futuras gera\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>O IAP monitora a qualidade da \u00e1gua em 38 rios da regi\u00e3o Metropolitana de Curitiba e em 24 reservat\u00f3rios paranaenses destinados ao abastecimento p\u00fablico. O relat\u00f3rio do monitoramento em Curitiba foi divulgado no \u00faltimo m\u00eas de mar\u00e7o, no Dia da \u00c1gua, e est\u00e1 dispon\u00edvel no site www.iap.pr.gov.br. <\/p>\n<p>O diretor do IAP, Celso Bittencourt, lembra que o cuidado deve ser igual entre os reservat\u00f3rios e rios. &#8216;Se as \u00e1guas de um determinado rio estiverem polu\u00eddas, automaticamente o reservat\u00f3rio ligado tamb\u00e9m estar\u00e1. Portanto, o cuidado deve ser igual&#8217;, finaliza.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Estadual de Not\u00edcias<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SEMA 24\/11\/2010 A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos H\u00eddricos (SEMA), por meio do Instituto Ambiental do Paran\u00e1 (IAP), divulgou os resultados dos relat\u00f3rios de monitoramento da qualidade da \u00e1gua nas bacias hidrogr\u00e1ficas urbanas de Londrina. 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