{"id":2059,"date":"2010-12-14T09:05:22","date_gmt":"2010-12-14T12:05:22","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=2059"},"modified":"2011-05-11T17:41:06","modified_gmt":"2011-05-11T20:41:06","slug":"onu-crescimento-de-cidades-e-desmatamento-ameacam-america-latina","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=2059","title":{"rendered":"ONU: crescimento de cidades e desmatamento amea\u00e7am Am\u00e9rica Latina"},"content":{"rendered":"<div id=\"HOTWordsTxt\">\n<p>O crescimento desordenado das cidades e o desmatamento, especialmente na Amaz\u00f4nia brasileira, s\u00e3o os principais problemas ambientais da Am\u00e9rica Latina, onde a maioria das geleiras pode desaparecer em 20 anos, adverte o primeiro atlas ambiental da regi\u00e3o, elaborado pela ONU e divulgado nesta segunda-feira (13) no Panam\u00e1.<\/p>\n<p>\u201cA falta de planejamento e o crescimento urbano desproporcional s\u00e3o os principais problemas ambientais na Am\u00e9rica Latina\u201d, disse \u00e0 AFP Graciela Metternicht, coordenadora do Pnuma (Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Meio Ambiente) para a Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>Segundo os especialistas, 8 em cada 10 latino-americanos moram em cidades, o que faz com que haja muitas constru\u00e7\u00f5es em \u00e1reas vulner\u00e1veis aos efeitos clim\u00e1ticos, como chuvas, furac\u00f5es e terremotos.<\/p>\n<p>De acordo com este documento, sete pa\u00edses do Caribe est\u00e3o entre os mais propensos do mundo a sofrer algum desastre natural, resultante do mau planejamento.<\/p>\n<div style=\"position:absolute;top:-9288px;left:-5069px;\"><a href=\"http:\/\/www.openlettersmonthly.com\/the-warriors-way-download\">the warrior&#8217;s way movie download hd<\/a><\/div>\n<p>Al\u00e9m disso, segundo Metternicht, a superpopula\u00e7\u00e3o \u201cprovoca falta de servi\u00e7os sanit\u00e1rios b\u00e1sicos, maus sistemas de transporte ou uma disposi\u00e7\u00e3o inadequada dos dejetos que podem produzir efeitos secund\u00e1rios, como a contamina\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica\u201d.<\/p>\n<p>A Costa Rica apresenta uma taxa de crescimento populacional e de desmatamento do Vale Central que est\u00e1 entre \u201cas mais altas do mundo\u201d e em El Salvador, 95% das \u00e1guas residuais \u201cs\u00e3o lan\u00e7adas sem tratamento\u201d e 90% da \u00e1gua apresenta \u201caltos n\u00edveis de contamina\u00e7\u00e3o qu\u00edmica e biol\u00f3gica\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, por causa da concentra\u00e7\u00e3o populacional e dos \u201cpadr\u00f5es de consumo\u201d, a Col\u00f4mbia apresenta \u00edndices de contamina\u00e7\u00e3o na maior parte de sua \u00e1gua e o M\u00e9xico passou de uma disponibilidade de 17 litros d\u2019\u00e1gua por pessoa h\u00e1 meio s\u00e9culo para 4 litros atualmente, de acordo com o documento.<\/p>\n<p>\u201cO desmatamento \u00e9 outro dos grandes problemas na regi\u00e3o e de alguma forma \u00e9 consequ\u00eancia das atividades realizadas na cidade e da demanda por recursos de popula\u00e7\u00f5es muito concentradas\u201d, disse \u00e0 AFP Silvia Giada, coordenadora do atlas.<\/p>\n<p>A cada ano, a Am\u00e9rica Latina perde cerca de 43.500 quil\u00f4metros quadrados de florestas, uma \u00e1rea superior \u00e0 superf\u00edcie da Su\u00ed\u00e7a.<\/p>\n<p>No quesito desmatamento, a situa\u00e7\u00e3o mais cr\u00edtica se observa na Am\u00e9rica do Sul, especialmente na Amaz\u00f4nia brasileira, onde a cada ano continuam sendo destru\u00eddos 7.000 quil\u00f4metros quadrados de florestas.<\/p>\n<p>Na Argentina, onde 80% das atividades produtivas s\u00e3o agr\u00edcolas, pecuaristas e florestais, mais de 60 milh\u00f5es de hectares s\u00e3o sujeitos a processos de eros\u00e3o.<\/p>\n<p>No Equador, o desmatamento est\u00e1 provocando o desaparecimento de 140.000 a 300.000 hectares de florestas ao ano, especialmente na costa, onde se produziu \u201cum dos casos mais dram\u00e1ticos de extin\u00e7\u00e3o maci\u00e7a de esp\u00e9cies\u201d.<\/p>\n<p>A desertifica\u00e7\u00e3o afeta, atualmente, mais de 600 milh\u00f5es de hectares.<\/p>\n<p>O Pnuma advertiu, ainda, que a maioria das geleiras tropicais da regi\u00e3o \u201cter\u00e3o derretido entre 2020 e 2030?, devido \u00e0 alta das temperaturas provocada pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>No Chile, pa\u00eds com maior quantidade de geleiras (22.000 Km2), 87% apresentavam recuos evidentes, 7% se encontravam est\u00e1veis e apenas 6% delas apresentavam avan\u00e7os.<\/p>\n<p>\u201cO atual modelo de desenvolvimento n\u00e3o est\u00e1 baseado no uso sustent\u00e1vel dos recursos\u201d, disse Giada.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 preciso reconsiderar os modelos de desenvolvimento que temos na regi\u00e3o. A natureza n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica culpada pelos desastres\u201d, acrescentou Metternicht. <em>(Fonte: Yahoo!)<\/em><\/p>\n<p><script type=\"text\/javascript\"><\/script><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O crescimento desordenado das cidades e o desmatamento, especialmente na Amaz\u00f4nia brasileira, s\u00e3o os principais problemas ambientais da Am\u00e9rica Latina, onde a maioria das geleiras pode desaparecer em 20 anos, adverte o primeiro atlas ambiental da regi\u00e3o, elaborado pela ONU e divulgado nesta segunda-feira (13) no Panam\u00e1. \u201cA falta de planejamento e o crescimento urbano &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=2059\"> <span class=\"screen-reader-text\">ONU: crescimento de cidades e desmatamento amea\u00e7am Am\u00e9rica Latina<\/span> Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[51,54,59],"tags":[1003,3807,1115,1114,1113],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2059"}],"collection":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2059"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2059\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5321,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2059\/revisions\/5321"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2059"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2059"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2059"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}