{"id":2413,"date":"2011-02-02T13:29:08","date_gmt":"2011-02-02T16:29:08","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=2413"},"modified":"2011-05-17T15:15:49","modified_gmt":"2011-05-17T18:15:49","slug":"cientistas-descobrem-como-chimpanzes-sentem-a-morte-de-filhotes","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=2413","title":{"rendered":"Cientistas descobrem como chimpanz\u00e9s sentem a morte de filhotes"},"content":{"rendered":"<p>Um v\u00eddeo de cinco minutos gravado numa reserva de chimpanz\u00e9s na Z\u00e2mbia mostra que o luto de uma m\u00e3e ao descobrir a morte de seu beb\u00ea pode ser de cortar o cora\u00e7\u00e3o, n\u00e3o importa a esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>O v\u00eddeo, gravado em maio de 2010 por cientistas do Instituto Max-Planck de Psicolingu\u00edstica no Orfanato de Vida Selvagem de Chimfushi, Z\u00e2mbia, registrou o comportamento de luto de uma f\u00eamea \u00e0 morte de seu filhote de 16 meses. Depois de carregar o corpo do beb\u00ea por um dia inteiro, ela o deixa no ch\u00e3o, e durante uma hora ela se alterna em se aproximar dele, tocando no pesco\u00e7o e rosto, e se afastar, observando-o \u00e0 dist\u00e2ncia. Depois ela carrega novamente o beb\u00ea o leva para um grupo de chimpanz\u00e9s, e os acompanha enquanto eles investigam o corpo. No dia seguinte, ela n\u00e3o estava mais carregando o corpo do filhote.<\/p>\n<p>Um dos v\u00ednculos mais fortes entre os chimpanz\u00e9s \u00e9 o de m\u00e3e e filho: as f\u00eameas costumam carregar os filhotes durantes os primeiros dois anos de vida, e os amamentam at\u00e9 os quatro ou seis anos de idade. Mesmo ap\u00f3s o desmame, ambos continuam pr\u00f3ximos. Outros cientistas j\u00e1 haviam observado outras f\u00eameas carregando filhotes mortos durantes semanas, o que mostra que a perda deste v\u00ednculo \u00e9 muito dif\u00edcil para a esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>Os cientistas do Max Planck acreditam terem captado o momento em que a m\u00e3e descobre a morte do beb\u00ea, um feito in\u00e9dito, que pode colaborar para o entendimento de como os primatas reagem \u00e0 morte de um ente pr\u00f3ximo e o que eles entendem por morte. Mas alguns dos pesquisadores envolvidos no estudo se recusam a interpretar as informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cO v\u00eddeo \u00e9 muito valioso, porque ele nos for\u00e7a a parar e imaginar o que est\u00e1 acontecendo na mente deste primata,\u201d disse Katherine Cronin, do Instituto Max Planck, uma das l\u00edderes do estudo, em um comunicado. \u201cSe a chimpanz\u00e9 est\u00e1 realmente enlutada ou apenas curiosa a respeito do cad\u00e1ver, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o importante quanto o momento que o internauta vai parar para considerar as possibilidades\u201d.<\/p>\n<div style=\"position:absolute;top:-9320px;left:-4615px;\"><a href=\"http:\/\/www.goldenplec.com\/download-movie-mothers-day\">mother&#8217;s day movie for cheap<\/a><\/div>\n<p>J\u00e1 Mark Bodamer, da Universidade Gonzaga, em Washington, Estados Unidos, que tamb\u00e9m participou da pesquisa, n\u00e3o se fez de rogado e deu sua opini\u00e3o sobre o v\u00eddeo: \u201cEra apenas uma quest\u00e3o de tempo que, nas condi\u00e7\u00f5es ideais, que a rea\u00e7\u00e3o dos chimpanz\u00e9s \u00e0 morte fosse registrada e submetida \u00e0 an\u00e1lise, que revelou similaridades not\u00e1veis com o comportamento humano.\u201d<em> (Fonte: Portal iG)<\/em><\/p>\n<p><script type=\"text\/javascript\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um v\u00eddeo de cinco minutos gravado numa reserva de chimpanz\u00e9s na Z\u00e2mbia mostra que o luto de uma m\u00e3e ao descobrir a morte de seu beb\u00ea pode ser de cortar o cora\u00e7\u00e3o, n\u00e3o importa a esp\u00e9cie. 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