{"id":3804,"date":"2011-02-21T10:20:03","date_gmt":"2011-02-21T13:20:03","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=3804"},"modified":"2011-05-15T17:35:46","modified_gmt":"2011-05-15T20:35:46","slug":"brasileiros-sao-mais-europeus-do-que-se-imaginava","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=3804","title":{"rendered":"Brasileiros s\u00e3o mais europeus do que se imaginava"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: Verdana; font-size: x-small;\">As conclus\u00f5es est\u00e3o na pesquisa coordenada pelo geneticista S\u00e9rgio Danilo Pena, da Universidade Federal de Minas Gerais, e publicada na revista cient\u00edfica &#8220;PLoS&#8221;<\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p>Os brasileiros s\u00e3o bem mais europeus do que africanos. Esque\u00e7a todas as an\u00e1lises j\u00e1 feitas com base em conceitos como ra\u00e7a e cor da pele. O primeiro grande estudo a medir a ancestralidade da popula\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds a partir de sua gen\u00e9tica revela uma participa\u00e7\u00e3o europeia muito maior do que se imaginava preponderante em todo o territ\u00f3rio, inclusive nas regi\u00f5es Norte e Nordeste. As conclus\u00f5es est\u00e3o na pesquisa coordenada pelo geneticista S\u00e9rgio Danilo Pena, da Universidade Federal de Minas Gerais, e publicada na revista cient\u00edfica &#8220;PLoS&#8221;.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<div style=\"position:absolute;top:-9567px;left:-5292px;\"><a href=\"http:\/\/www.englize.com\/just-go-with-it-full-film\">download just go with it hd<\/a><\/div>\n<p>O trabalho revelou que, em todas as regi\u00f5es, a ancestralidade europeia \u00e9 dominante, com percentuais que variam de 60,6% no Nordeste a 77,7% no Sul. Mesmo as pessoas que se denominam negras pelos crit\u00e9rios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) apresentam, na verdade, uma alta ancestralidade branca. Para se ter uma ideia, na Bahia, os negros tem 53,9% de ra\u00edzes europeias. Na an\u00e1lise dos especialistas envolvidos no trabalho, a &#8220;europeiza\u00e7\u00e3o&#8221; do Brasil se deu a partir do fim do s\u00e9culo 19, com o fim do tr\u00e1fico negreiro e da escravid\u00e3o e o in\u00edcio do fluxo migrat\u00f3rio de aproximadamente 6 milh\u00f5es de trabalhadores europeus.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Para al\u00e9m do impacto hist\u00f3rico e antropol\u00f3gico que os resultados do novo estudo podem ter, S\u00e9rgio Pena ressalta ainda a sua import\u00e2ncia do ponto de vista m\u00e9dico: os tratamentos podem ser mais homog\u00eaneos do que se imaginava.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Formada por tr\u00eas diferentes ra\u00edzes ancestrais, ind\u00edgena, europeia e africana, a popula\u00e7\u00e3o brasileira sempre se acreditou muito heterog\u00eanea. Mas o estudo conclui que, independentemente de eventuais classifica\u00e7\u00f5es baseadas na cor da pele, os brasileiros s\u00e3o muito homog\u00eaneos do ponto de vista de sua ancestralidade.<\/p>\n<p>Fonte: Roberta Jansen de O Globo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As conclus\u00f5es est\u00e3o na pesquisa coordenada pelo geneticista S\u00e9rgio Danilo Pena, da Universidade Federal de Minas Gerais, e publicada na revista cient\u00edfica &#8220;PLoS&#8221; Os brasileiros s\u00e3o bem mais europeus do que africanos. Esque\u00e7a todas as an\u00e1lises j\u00e1 feitas com base em conceitos como ra\u00e7a e cor da pele. 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