{"id":5009,"date":"2011-04-25T11:21:59","date_gmt":"2011-04-25T14:21:59","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=5009"},"modified":"2011-04-25T11:21:59","modified_gmt":"2011-04-25T14:21:59","slug":"variedade-transgenica-de-feijao-e-desenvolvida-em-goias","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=5009","title":{"rendered":"Variedade transg\u00eanica de feij\u00e3o \u00e9 desenvolvida em Goi\u00e1s"},"content":{"rendered":"<p><span>O campo de experimentos onde foi plantado o feij\u00e3o transg\u00eanico fica na Embrapa Arroz e Feij\u00e3o, em Santo Antonio de Goi\u00e1s, a 12 quil\u00f4metros de Goi\u00e2nia.<\/p>\n<p>\u00c0 primeira vista j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel notar que uma pequena lavoura sofreu com as fortes chuvas que ca\u00edram no \u00faltimo m\u00eas. Mas isso n\u00e3o impediu que os pesquisadores alcan\u00e7assem o objetivo principal da pesquisa: comprovar que as plantas s\u00e3o mesmo resistentes ao mosaico dourado.<\/p>\n<p>O mosaico dourado \u00e9 uma das doen\u00e7as que mais causam preju\u00edzos aos produtores de feij\u00e3o. Ele \u00e9 causado por um v\u00edrus transmitido pela mosca branca. Segundo a Embrapa, o inseto chegou ao Brasil no final da d\u00e9cada de 60 e hoje \u00e9 encontrado em todas as regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n<p>O pesquisador da Embrapa Josias Correa de Faria coordena os trabalhos para o desenvolvimento do feij\u00e3o transg\u00eanico resistente \u00e0 doen\u00e7a. As pesquisas come\u00e7aram h\u00e1 seis anos. \u201cN\u00f3s pegamos um pequeno fragmento da gen\u00e9tica do mosaico dourado mesmo, do pr\u00f3prio v\u00edrus, e introduzimos no feij\u00e3o, de maneira que do pr\u00f3prio v\u00edrus n\u00f3s tiramos a arma que combate\u201d.<\/p>\n<p>Ter um feijoeiro resistente ao mosaico dourado significa economia para o produtor rural. Sem a incid\u00eancia da doen\u00e7a, o agricultor n\u00e3o vai gastar com a aplica\u00e7\u00e3o de inseticidas para matar a mosca branca, transmissora do v\u00edrus. Isso representa redu\u00e7\u00e3o no custo de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No laborat\u00f3rio da Embrapa, uma amostra do gr\u00e3o confirma que n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7a do feij\u00e3o convencional. \u201cEsse feij\u00e3o cont\u00e9m exatamente a mesma composi\u00e7\u00e3o do feij\u00e3o tradicional. A \u00fanica mudan\u00e7a foi aquela gen\u00e9tica colocada. Uma an\u00e1lise foi feita de todos os amino\u00e1cidos e prote\u00ednas totais desse feij\u00e3o e mostrou que ele n\u00e3o difere do feij\u00e3o convencional\u201d, explica Josias.<\/p>\n<p>Os resultados da pesquisa j\u00e1 foram enviados \u00e0 CTNBio, Comiss\u00e3o T\u00e9cnica Nacional de Biosseguran\u00e7a. Se n\u00e3o houver problema para a aprova\u00e7\u00e3o, a semente do feij\u00e3o transg\u00eanico poder\u00e1 chegar ao produtor em 2014.<\/p>\n<p><em>Fonte: G1<\/em><\/p>\n<p><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O campo de experimentos onde foi plantado o feij\u00e3o transg\u00eanico fica na Embrapa Arroz e Feij\u00e3o, em Santo Antonio de Goi\u00e1s, a 12 quil\u00f4metros de Goi\u00e2nia. \u00c0 primeira vista j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel notar que uma pequena lavoura sofreu com as fortes chuvas que ca\u00edram no \u00faltimo m\u00eas. Mas isso n\u00e3o impediu que os pesquisadores alcan\u00e7assem &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=5009\"> <span class=\"screen-reader-text\">Variedade transg\u00eanica de feij\u00e3o \u00e9 desenvolvida em Goi\u00e1s<\/span> Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":83,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[232],"tags":[1588,3882],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5009"}],"collection":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/83"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=5009"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5009\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5010,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5009\/revisions\/5010"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=5009"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=5009"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=5009"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}