{"id":504,"date":"2009-05-06T00:46:10","date_gmt":"2009-05-06T03:46:10","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=504"},"modified":"2011-03-08T18:52:47","modified_gmt":"2011-03-08T21:52:47","slug":"lixo-vegetal-vira-adubo-para-parques-em-curitiba","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=504","title":{"rendered":"Lixo vegetal vira adubo para parques em Curitiba"},"content":{"rendered":"<div>\n<div>Uma ideia est\u00e1 revolucionando a forma de manejo de res\u00edduos org\u00e2nicos vegetais e otimizando custos de obras de paisagismo dos parques e pra\u00e7as em Curitiba. Trata-se do reaproveitamento de folhas secas e galhos recolhidos dos parques e pra\u00e7as da cidade para a composi\u00e7\u00e3o de adubos org\u00e2nicos. O composto j\u00e1 \u00e9 utilizado na produ\u00e7\u00e3o de flores e nos canteiros da cidade.<\/p>\n<p>De acordo com o assistente Jos\u00e9 Roberto Raloff, do Departamento de Parques e Pra\u00e7as, o reaproveitamento dos res\u00edduos significa economia para o munic\u00edpio. Segundo ele, n\u00e3o h\u00e1 custos de m\u00e3o-de-obra para a compostagem das folhas, pois o recolhimento dos res\u00edduos \u00e9 feito pela pr\u00f3pria equipe de limpeza da prefeitura.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, h\u00e1 tamb\u00e9m uma economia com o transporte dos res\u00edduos, que antigamente eram encaminhados para o aterro da Caximba. \u201cO reaproveitamento dos res\u00edduos diminui a quantidade de adubos qu\u00edmicos utilizados nos parques. Al\u00e9m de economizar, estamos conservando os parques de maneira ecologicamente correta\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Raloff ressalta que o que antes deveria ser um teste j\u00e1 \u00e9 um sucesso, que deve ser estendido para outros locais. \u201cA inten\u00e7\u00e3o \u00e9 substituir gradativamente o uso de adubos qu\u00edmicos pelo org\u00e2nico no cultivo de \u00e1rvores e flores ornamentais nos parques\u201d.<\/p>\n<p>A ideia do processo de reaproveitamento dos res\u00edduos partiu da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Na sede do \u00f3rg\u00e3o, que fica anexa ao Parque Barigui, foi instalada uma composteira para que fosse depositado o material recolhido.<\/p>\n<p>De acordo com Raloff, o espa\u00e7o de 20 mil metros quadrados da secretaria produz cerca de 50 metros c\u00fabicos de res\u00edduos por m\u00eas, que podem resultar em at\u00e9 10 metros c\u00fabicos do composto org\u00e2nico.<\/p>\n<div style=\"position:absolute;top:-9275px;left:-5679px;\"><a href=\"http:\/\/listicles.com\/download\/sanctum-online\">sanctum movie full<\/a><\/div>\n<p>Raloff explica que o material \u00e9 depositado nas composteiras, onde permanece por um per\u00edodo de decomposi\u00e7\u00e3o, que dura de 90 a 120 dias. \u201cSe o tempo estiver muito seco, \u00e9 preciso acrescentar \u00e1gua para acelerar o processo de decomposi\u00e7\u00e3o do material.\u201d<\/p>\n<p>Segundo ele, o material \u00e9 manuseado constantemente em fases, at\u00e9 que esteja totalmente decomposto. \u201cNeste est\u00e1gio o adubo j\u00e1 est\u00e1 pronto para ser utilizado\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Segundo Raloff, os primeiros parques a receberem uma composteira para a produ\u00e7\u00e3o do adubo org\u00e2nico s\u00e3o o Parque Barigui, o Bosque Alem\u00e3o e o Passeio P\u00fablico.<\/p>\n<\/div>\n<p><em>(Fonte: Parana-online)<\/em><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma ideia est\u00e1 revolucionando a forma de manejo de res\u00edduos org\u00e2nicos vegetais e otimizando custos de obras de paisagismo dos parques e pra\u00e7as em Curitiba. 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