{"id":5298,"date":"2011-05-11T16:42:57","date_gmt":"2011-05-11T19:42:57","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=5298"},"modified":"2011-05-11T16:42:57","modified_gmt":"2011-05-11T19:42:57","slug":"inpe-confirma-previsao-de-amazonia-mais-quente-e-seca","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=5298","title":{"rendered":"Inpe confirma previs\u00e3o de Amaz\u00f4nia mais quente e seca"},"content":{"rendered":"<p>A floresta amaz\u00f4nica ficar\u00e1 mais quente e com eventos naturais extremos &#8211;como grandes secas ou inunda\u00e7\u00f5es&#8211; cada vez mais comuns.<\/p>\n<p>Esse tipo de proje\u00e7\u00e3o j\u00e1 vinha aparecendo em pesquisas anteriores, mas o cen\u00e1rio pessimista foi corroborado agora por um modelo clim\u00e1tico mais sofisticado, levando em conta as caracter\u00edsticas espec\u00edficas da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>O trabalho, feito pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e pelo Centro Hadley, do Reino Unido, tamb\u00e9m incorporou na an\u00e1lise o ciclo do carbono e a din\u00e2mica da vegeta\u00e7\u00e3o diante das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>&#8220;Os modelos anteriores consideravam uma vegeta\u00e7\u00e3o est\u00e1tica, que n\u00e3o reagia \u00e0s altera\u00e7\u00f5es no clima&#8221;, explica o climatologista do Inpe Jos\u00e9 Marengo, um dos autores.<\/p>\n<p>Por exemplo, na seca de 2010, estima-se que a mortalidade das \u00e1rvores tenha liberado 5 bilh\u00f5es de toneladas de CO2 na atmosfera.<\/p>\n<p><img src=\"http:\/\/f.i.uol.com.br\/folha\/ambiente\/images\/11131115.jpeg\" border=\"0\" alt=\"\" \/><\/p>\n<table class=\"articleGraphic\" border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"articleGraphicCredit\"><strong>Editoria de Arte\/Folhapress<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>O cen\u00e1rio agora \u00e9 de mais secas no sul da Amaz\u00f4nia nos pr\u00f3ximos anos e chuvas mais intensas no norte da floresta. Al\u00e9m disso, a mata deve ficar mais rala e aberta, processo chamado de savaniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tudo isso, claro, ser\u00e1 agravado se o desmatamento n\u00e3o for contido. &#8220;Se o desmate aumentar, os impactos na floresta tamb\u00e9m ficar\u00e3o mais intensos&#8221;, diz Marengo.<\/p>\n<p>Os resultados dos novos modelos sugerem que, quando o desmatamento atingir mais de 40% da extens\u00e3o original da floresta amaz\u00f4nica, a precipita\u00e7\u00e3o (ou seja, o \u00edndice de chuvas) diminuir\u00e1 de forma significativa no leste.<\/p>\n<p>Isso provocaria um aquecimento de mais de 4\u00baC na parte oriental da floresta, com redu\u00e7\u00e3o significativa das precipita\u00e7\u00f5es na \u00e1rea.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><img src=\"http:\/\/f.i.uol.com.br\/folha\/ambiente\/images\/1113185.jpeg\" border=\"0\" alt=\"Vista a\u00e9rea do leito seco do Rio Negro, em Iranduba\" \/><\/p>\n<table class=\"articleGraphic\" border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"articleGraphicCredit\"><strong>Vista a\u00e9rea do leito seco do Rio Negro, em Iranduba<\/strong><\/p>\n<p><strong>Alberto Cesar Ara\u00fajo-25.out.10\/Folhapress<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: Sabine Righetti,\u00a0De S\u00e3o Paulo<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A floresta amaz\u00f4nica ficar\u00e1 mais quente e com eventos naturais extremos &#8211;como grandes secas ou inunda\u00e7\u00f5es&#8211; cada vez mais comuns. 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