{"id":6801,"date":"2011-06-10T11:53:43","date_gmt":"2011-06-10T14:53:43","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=6801"},"modified":"2011-06-10T11:53:43","modified_gmt":"2011-06-10T14:53:43","slug":"empresa-propoe-acabar-com-camelos-para-controlar-efeito-estufa","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=6801","title":{"rendered":"Empresa prop\u00f5e acabar com camelos para controlar efeito estufa"},"content":{"rendered":"<p>Uma empresa australiana apresentou uma proposta inovadora contra as emiss\u00f5es poluentes: matar toda a popula\u00e7\u00e3o de camelos do pa\u00eds, j\u00e1 que seus gases contribuem para o efeito estufa.<\/p>\n<p>Cada camelo emite cerca de 45 kg de g\u00e1s metano por ano, que equivale a uma tonelada de di\u00f3xido de carbono.<\/p>\n<p>Embora seja considerada como uma miss\u00e3o imposs\u00edvel, erradicar a popula\u00e7\u00e3o de cerca de 1,2 milh\u00e3o de camelos seria igual a tirar de circula\u00e7\u00e3o 300 mil carros que percorrem cerca de 20 mil km anuais.<\/p>\n<p>Por isso a companhia australiana Northwest Carbon prop\u00f5e matar os mam\u00edferos utilizando helic\u00f3pteros e carros, e depois processar sua carne para elaborar alimentos para animais de fazenda ou dom\u00e9sticos.<\/p>\n<p>Esta proposta est\u00e1 sendo avaliada pelo governo de Camberra, como parte de seu projeto para a redu\u00e7\u00e3o de gases poluentes no setor agr\u00edcola, explica o secret\u00e1rio legislativo sobre Mudan\u00e7a Clim\u00e1tica, Mark Dreyfus.<\/p>\n<p>Os camelos n\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 um dos maiores emissores de di\u00f3xido de carbono na Austr\u00e1lia, mas tamb\u00e9m causam preju\u00edzos anuais \u00e0s colheitas avaliados em mais de US$ 10 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>No entanto, esse n\u00famero &#8220;n\u00e3o inclui o custo ao meio ambiente&#8221; e o dano produzido por eles \u00e9 maior &#8220;em per\u00edodos secos quando se juntam em hordas&#8221;, disse Jan Ferguson, diretora do Ninti One, organismo respons\u00e1vel pelo Projeto para o Controle de Camelos Selvagens na Austr\u00e1lia.<\/p>\n<p>Os camelos, cuja popula\u00e7\u00e3o se duplica a cada nove anos, t\u00eam um instinto de sobreviv\u00eancia t\u00e3o desenvolvido que podem beber at\u00e9 200 litros de \u00e1gua em tr\u00eas minutos e percorrer 70 km ao dia.<\/p>\n<p>Por isso, o projeto do Ninti One apresentou a iniciativa CamelScan, que permite \u00e0 popula\u00e7\u00e3o comunicar a localiza\u00e7\u00e3o dos animais no Google Maps e analisar seus movimentos e comportamentos de acordo com a esta\u00e7\u00e3o do ano.<\/p>\n<p>Lan\u00e7ado no in\u00edcio da temporada de acasalamento, entre maio e outubro, o CamelScan se soma a outras ideias, como a vigil\u00e2ncia a\u00e9rea e por sat\u00e9lite e a extermina\u00e7\u00e3o a partir de helic\u00f3pteros. Outra ideia \u00e9 capturar os camelos e aproveitar sua carne para o consumo humano ou animal.<\/p>\n<p>&#8220;Mesmo com a tecnologia atual, a erradica\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o total selvagem \u00e9 considerada imposs\u00edvel e, por isso, o projeto de controle destes animais pretende simplesmente reduzi-la em \u00e1reas cr\u00edticas&#8221;, disse Jan.<\/p>\n<p>A Austr\u00e1lia recebeu seu primeiro camelo em 1840, um exemplar procedente das Ilhas Can\u00e1rias, e depois os colonos brit\u00e2nicos come\u00e7aram a import\u00e1-los de \u00cdndia e Paquist\u00e3o.<\/p>\n<p>Inicialmente foram utilizados para explorar a vasta regi\u00e3o des\u00e9rtica do centro do pa\u00eds, j\u00e1 que as animais podem carregar at\u00e9 800 kg.<\/p>\n<p>Foi assim at\u00e9 o s\u00e9culo 20, quando sua fun\u00e7\u00e3o passou a trens e ve\u00edculos. Nessa \u00e9poca, milhares foram libertados e, desde ent\u00e3o, se reproduzem sem controle.<\/p>\n<p>Fonte: Da EFE.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma empresa australiana apresentou uma proposta inovadora contra as emiss\u00f5es poluentes: matar toda a popula\u00e7\u00e3o de camelos do pa\u00eds, j\u00e1 que seus gases contribuem para o efeito estufa. Cada camelo emite cerca de 45 kg de g\u00e1s metano por ano, que equivale a uma tonelada de di\u00f3xido de carbono. 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