{"id":7272,"date":"2011-07-26T11:02:19","date_gmt":"2011-07-26T14:02:19","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=7272"},"modified":"2011-07-26T11:02:19","modified_gmt":"2011-07-26T14:02:19","slug":"filhotes-de-urso-polar-morrem-mais-ao-migrar-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=7272","title":{"rendered":"Filhotes de urso-polar morrem mais ao migrar, diz estudo"},"content":{"rendered":"<p><span>A mortalidade de filhotes de urso-polar que s\u00e3o obrigados a nadar longas dist\u00e2ncias com suas m\u00e3es devido ao degelo do \u00c1rtico aparentemente \u00e9 maior do que entre aqueles que n\u00e3o migram.<\/p>\n<p>O estudo recente, produzido pela organiza\u00e7\u00e3o ambientalista World Wildlife Fund, \u00e9 o primeiro a mostrar a migra\u00e7\u00e3o como um fator de grande risco \u00e0s esp\u00e9cies mais jovens.<\/p>\n<p>Sat\u00e9lites foram usados para acompanhar 68 ursas-polares equipadas com colares GPS, entre 2004-2009, que tiveram de nadar longas dist\u00e2ncias.<\/p>\n<p>Durante o tempo em que permaneceram com o GPS, 11 ursas que nadaram por muito tempo tiveram crias. Destas, cinco perderam os filhotes durante a travessia. Ou seja, uma mortalidade de 45%. No grupo de ursas que n\u00e3o migraram, o \u00edndice caiu para 18%.<\/p>\n<p><\/span><span>Os ursos-polares ca\u00e7am, alimentam-se e procriam no gelo ou em terra, e n\u00e3o s\u00e3o criaturas aqu\u00e1ticas.<\/p>\n<p>&#8220;Eles s\u00e3o como n\u00f3s&#8221;, diz o coautor do estudo, Geoff York. &#8220;Eles n\u00e3o podem fechar as passagens nasais em \u00e1guas tempestuosas.&#8221;]<\/p>\n<p><\/span><span>Al\u00e9m disso, os jovens n\u00e3o possuem gordura suficiente para se manterem por muito tempo em \u00e1guas frias, alerta Steve Amstrup, um ex-cientista que trabalhou no instituto de pesquisas geol\u00f3gicas dos EUA, o U.S. Geological Survey.<\/span><\/p>\n<figure style=\"width: 550px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/f.i.uol.com.br\/folha\/ambiente\/images\/11199478.jpeg\" alt=\"Foto de ursa polar com filhotes tirada na ba\u00eda de Hudson, no Canad\u00e1, pela ONG ambientalista World Wildlife Fund\" width=\"550\" height=\"306\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Foto de ursa polar com filhotes tirada na ba\u00eda de Hudson, no Canad\u00e1, pela ONG ambientalista World Wildlife Fund(Geoff York\/Reuters\t)<\/figcaption><\/figure>\n<figure style=\"width: 550px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/f.i.uol.com.br\/folha\/ambiente\/images\/11199479.jpeg\" alt=\"Entre fam\u00edlias de ursos-polares que migraram, a taxa de mortalidade dos filhotes \u00e9 de 45%, segundo estudo\" width=\"550\" height=\"386\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Entre fam\u00edlias de ursos-polares que migraram, a taxa de mortalidade dos filhotes \u00e9 de 45%, segundo estudo. (Geoff York\/Reuters)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Fonte:\u00a0<span>DA REUTERS<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A mortalidade de filhotes de urso-polar que s\u00e3o obrigados a nadar longas dist\u00e2ncias com suas m\u00e3es devido ao degelo do \u00c1rtico aparentemente \u00e9 maior do que entre aqueles que n\u00e3o migram. O estudo recente, produzido pela organiza\u00e7\u00e3o ambientalista World Wildlife Fund, \u00e9 o primeiro a mostrar a migra\u00e7\u00e3o como um fator de grande risco \u00e0s &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=7272\"> <span class=\"screen-reader-text\">Filhotes de urso-polar morrem mais ao migrar, diz estudo<\/span> Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[232,392],"tags":[1382,833,2252,1191,3846,1518],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7272"}],"collection":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=7272"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7272\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7274,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7272\/revisions\/7274"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=7272"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=7272"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=7272"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}