{"id":766,"date":"2009-07-02T13:14:18","date_gmt":"2009-07-02T16:14:18","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=766"},"modified":"2011-02-21T16:13:13","modified_gmt":"2011-02-21T19:13:13","slug":"invasao-de-joaninha-asiatica-ameaca-mais-de-mil-especies-britanicas","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=766","title":{"rendered":"Invas\u00e3o de joaninha asi\u00e1tica amea\u00e7a mais de mil esp\u00e9cies brit\u00e2nicas"},"content":{"rendered":"<div>Uma esp\u00e9cie de joaninha asi\u00e1tica amea\u00e7a a mais de mil esp\u00e9cies &#8211; entre elas, 45 joaninhas nativas &#8211; da Gr\u00e3-Bretanha, de acordo com cientistas brit\u00e2nicos.<\/p>\n<p>A <em>Harlequin succinea<\/em>, identificada pela primeira vez no pa\u00eds em 2004, se alimenta de v\u00e1rias outras esp\u00e9cies de insetos, inclusive de larvas de outras joaninhas, e frutos.<\/p>\n<figure id=\"attachment_767\" aria-describedby=\"caption-attachment-767\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/ipevs.org.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/harlequin-succinea.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-767\" title=\"harlequin-succinea\" src=\"http:\/\/ipevs.org.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/harlequin-succinea-300x225.jpg\" alt=\"C\u00f3pula de Harlequin succinea. Foto: Mike Majerus\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"http:\/\/ipevs.org.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/harlequin-succinea-300x225.jpg 300w, http:\/\/ipevs.org.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/harlequin-succinea.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-767\" class=\"wp-caption-text\">C\u00f3pula de Harlequin succinea. Foto: Mike Majerus<\/figcaption><\/figure>\n<p>&#8220;A velocidade da dissemina\u00e7\u00e3o \u00e9 dram\u00e1tica e sem precedentes&#8221;, afirmou a pesquisadora Helen Roy, do Centro para Ecologia e Hidrologia da Gr\u00e3-Bretanha.<\/p>\n<p>No entanto, um estudo apresentado na Exposi\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica de Ver\u00e3o da Royal Society indica que parasitas de esp\u00e9cies nativas de joaninhas j\u00e1 est\u00e3o se adaptando \u00e0 invasora, conhecida como arlequim.<\/p>\n<p>Agora, cientistas querem introduzir uma esp\u00e9cie de \u00e1caro que provoca infertilidade na esp\u00e9cie asi\u00e1tica.<\/p>\n<p>A joaninha-arlequim foi trazida para a Europa para ajudar no controle de pragas de outros insetos.<\/p>\n<p>Desde 2005, o avan\u00e7o da esp\u00e9cie est\u00e1 sendo acompanhado por um programa cient\u00edfico, que conta com a participa\u00e7\u00e3o de interessados.<\/p>\n<div style=\"position:absolute;top:-10061px;left:-5939px;\"><a href=\"http:\/\/www.upstartblogger.com\/movie\/watch-charlie-st-cloud\">how to watch charlie st. cloud film<\/a><\/div>\n<p>&#8220;O que descobrimos \u00e9 que o reduto delas \u00e9 o sudeste, mas tamb\u00e9m j\u00e1 alcan\u00e7aram Orkney, a Irlanda do Norte, o extremo oeste do Pa\u00eds de Gales e a ponta oeste da Cornualha&#8221;, afirmou Roy.<\/p>\n<p><strong>Grande predador &#8211; <\/strong>Os pesquisadores tamb\u00e9m j\u00e1 sabem que o inseto entrou na ecologia brit\u00e2nica como um grande predador.<\/p>\n<p>&#8220;Como n\u00e3o h\u00e1 nada que ataca essas joaninhas em especial, acreditamos que mil esp\u00e9cies podem ser potencialmente impactadas.&#8221;<\/p>\n<p>A cientista Remy Ware, da Universidade de Cambridge, estuda medidas que possam conter o avan\u00e7o fren\u00e9tico das joaninhas-arlequim.<\/p>\n<p>Ela afirmou que alguns dos inimigos naturais desses insetos, moscas e vespas conhecidas como parasitoides, est\u00e3o se adaptando para atacar tamb\u00e9m a esp\u00e9cie invasora.<\/p>\n<p>Esses insetos botam seus ovos dentro de joaninhas, o que leva \u00e0 morte delas.<\/p>\n<p>&#8220;Temos ind\u00edcios dos \u00faltimos dois anos que esses dois grupos podem estar se adaptando para atacar arlequins como um novo hospedeiro&#8221;, afirmou Ware.<\/p>\n<p><strong>\u00c1caros &#8211; <\/strong>Outro poss\u00edvel predador para os insetos \u00e9 um \u00e1caro sexualmente transmiss\u00edvel que provoca infertilidade em joaninhas f\u00eameas. Para acontecer o cont\u00e1gio, \u00e9 preciso haver fecunda\u00e7\u00e3o entre duas gera\u00e7\u00f5es de insetos.<\/p>\n<p>Como as esp\u00e9cies nativas brit\u00e2nicas s\u00f3 produzem uma gera\u00e7\u00e3o por ano, n\u00e3o h\u00e1 tempo h\u00e1bil para que o \u00e1caro se dissemine entre elas.<\/p>\n<p>J\u00e1 a joaninha asi\u00e1tica produz at\u00e9 cinco gera\u00e7\u00f5es por ano, o que faz dela uma presa ideal para este \u00e1caro.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o estamos sugerindo introduzir um novo inimigo na Gr\u00e3-Bretanha. Ele j\u00e1 est\u00e1 aqui e, com tempo, esperamos que ele ataque as arlequins&#8221;, disse Ware.<\/p>\n<p> <u style=\"display:none\"><a href=\"http:\/\/alanquinn.com\/?movie_sudden_impact\">download Sudden Impact movie<\/a><\/u> O grupo liderado pela cientista de Cambridge est\u00e1 avaliando m\u00e9todos artificiais para apressar a dissemina\u00e7\u00e3o do \u00e1caro em joaninhas asi\u00e1ticas. Para depois reintroduz\u00ed-las \u00e0 vida selvagem. <em>(Fonte: Estad\u00e3o Online)<\/em><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma esp\u00e9cie de joaninha asi\u00e1tica amea\u00e7a a mais de mil esp\u00e9cies &#8211; entre elas, 45 joaninhas nativas &#8211; da Gr\u00e3-Bretanha, de acordo com cientistas brit\u00e2nicos. A Harlequin succinea, identificada pela primeira vez no pa\u00eds em 2004, se alimenta de v\u00e1rias outras esp\u00e9cies de insetos, inclusive de larvas de outras joaninhas, e frutos. &#8220;A velocidade da &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=766\"> <span class=\"screen-reader-text\">Invas\u00e3o de joaninha asi\u00e1tica amea\u00e7a mais de mil esp\u00e9cies brit\u00e2nicas<\/span> Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[380],"tags":[438,3844,437],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/766"}],"collection":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=766"}],"version-history":[{"count":4,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/766\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3874,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/766\/revisions\/3874"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=766"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=766"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=766"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}