{"id":8050,"date":"2011-09-14T10:44:34","date_gmt":"2011-09-14T13:44:34","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=8050"},"modified":"2011-09-14T10:44:34","modified_gmt":"2011-09-14T13:44:34","slug":"sp-tera-calculo-sobre-o-consumo-da-biodiversidade-por-habitante","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=8050","title":{"rendered":"SP ter\u00e1 c\u00e1lculo sobre o consumo da biodiversidade por habitante"},"content":{"rendered":"<p><strong>O estado e a capital paulista assinaram uma parceria com WWF-Brasil.<\/strong><br \/>\n<strong>Juntos eles v\u00e3o calcular o quanto cada cidad\u00e3o consome da natureza.<\/strong><\/p>\n<p>Os moradores de\u00a0<a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/topico\/sao-paulo\/\">S\u00e3o Paulo<\/a>\u00a0v\u00e3o poder saber o quanto o seu modo de vida e h\u00e1bitos de consumo impactam a biodiversidade.<\/p>\n<p>Uma parceria entre a Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (<a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/topico\/fiesp\/\">Fiesp<\/a>), o WWF-Brasil e as secretarias do Meio Ambiente do estado e do munic\u00edpio vai levantar os dados para o c\u00e1lculo da pegada ecol\u00f3gica dos paulistas.<\/p>\n<p>A pegada ecol\u00f3gica de um pa\u00eds, cidade ou pessoa corresponde ao tamanho das \u00e1reas produtivas de terra e mar necess\u00e1rias para sustentar determinado padr\u00e3o de consumo para se manter um padr\u00e3o de vida ao ano. \u00c9 computado o quanto de territ\u00f3rio uma pessoa ou sociedade usa para ser alimentar, locomover, mover e possuir bens.<\/p>\n<p>\u201cMais importante do que conhecermos os n\u00fameros finais \u00e9 descobrimos quais s\u00e3o as oportunidades que existem para mitigarmos o problema e propormos um modelo de sustentabilidade mais amplo\u201d, diz Michel Becker, coordenador do Programa Pantanal-Cerrado do WWF-Brasil e respons\u00e1vel pelo c\u00e1lculo em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.<\/p>\n<p>O c\u00e1lculo da cidade sul-matogrossense foi divulgado em abril. O levantamento revelou que todos os moradores da cidade consomem 3,14 hectares de recursos naturais renov\u00e1veis. Campo Grande foi a primeira cidade do Brasil a usar a metodologia desenvolvida pela \u201cGlobal Footprint Network\u201d (GFN), tamb\u00e9m em teste em outras cidades do mundo.<\/p>\n<p><strong>D\u00e9fict ecol\u00f3gico<\/strong><br \/>\nSe toda a popula\u00e7\u00e3o mundial tivesse o mesmo padr\u00e3o de consumo de Campo Grande, seria necess\u00e1rio 1, 7 planeta para dar conta da necessidade de recursos, j\u00e1 que a capacidade m\u00e1xima que a natureza pode repor de biodiversidade por pessoa \u00e9 de 1,8 hectare.<\/p>\n<p>\u201cUm ponto positivo do estudo foi descobrir quais s\u00e3o os setores respons\u00e1veisl por esse excedente\u201d, diz Becker, do WWF-Brasil. O consumo de carne foi apontado como um dos vil\u00f5es no uso da biodiversidade da cidade. A pecu\u00e1ria e as pastagens juntas engolem quase 45% dos recursos naturais.<\/p>\n<p>Hoje a pegada ecol\u00f3gica m\u00e9dia mundial \u00e9 2,7 hectares globais por pessoa. Isso coloca a humanidade em um grave d\u00e9ficit ecol\u00f3gico de 0,9 hectares globais per capita, pois a capacidade dispon\u00edvel de biodiversidade no planeta para cada ser humano \u00e9 de apenas 1,8 hectare global.<\/p>\n<p>Os resultados da cidade e do estado de S\u00e3o Paulo v\u00e3o ser divulgados durante a Confer\u00eancia Mundial do Meio Ambiente Rio+20, que vai acontecer em 2012 no Rio de Janeiro. A parceria entre o WWF-Brasil, a Fiesp e os governos estadual e municipal vai tentar tamb\u00e9m apontar solu\u00e7\u00f5es para os n\u00fameros que ser\u00e3o descobertos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Globo Natureza, S\u00e3o Paulo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O estado e a capital paulista assinaram uma parceria com WWF-Brasil. 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