{"id":8204,"date":"2011-09-23T11:09:11","date_gmt":"2011-09-23T14:09:11","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=8204"},"modified":"2011-09-23T11:09:11","modified_gmt":"2011-09-23T14:09:11","slug":"amazonia-perdeu-area-de-150-parques-do-ibirapuera-em-agosto-diz-ong","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=8204","title":{"rendered":"Amaz\u00f4nia perdeu \u00e1rea de 150 parques do Ibirapuera em agosto, diz ONG"},"content":{"rendered":"<p><strong>Levantamento do Imazon afirma que 240 km\u00b2 de floresta foram derrubados.<\/strong><br \/>\n<strong>Par\u00e1 foi estado que mais desmatou, seguido de Rond\u00f4nia e Mato Grosso.<\/strong><\/p>\n<p>A Amaz\u00f4nia perdeu em agosto 240 km\u00b2 de cobertura vegetal, de acordo com levantamento divulgado nesta quinta-feira (22) pela organiza\u00e7\u00e3o ambiental Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz\u00f4nia (Imazon), que faz um monitoramento paralelo ao do governo federal.<\/p>\n<p>\u00c9 como se a floresta perdesse em um m\u00eas uma \u00e1rea do tamanho de 150 parques do Ibirapuera, localizado na cidade de S\u00e3o Paulo. O n\u00famero 15% superior ao mesmo per\u00edodo do ano passado, segundo o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), que analisa o desmatamento atrav\u00e9s de imagens de sat\u00e9lite.<\/p>\n<p>No m\u00eas passado, em julho, o Imazon havia detectado redu\u00e7\u00e3o de 40% no desmatamento, o que segundo os pesquisadores seria resultado das a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o contra crimes ambientais na regi\u00e3o da Amaz\u00f4nia Legal.<\/p>\n<p>Opera\u00e7\u00f5es realizadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) em diversos estados fecharam serrarias ilegais e localizaram focos de degrada\u00e7\u00e3o a pedido do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente. At\u00e9 o fim de setembro, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais deve divulgar dados sobre o desmatamento, utilizados pelo governo federal como oficiais.<\/p>\n<figure style=\"width: 496px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2011\/09\/22\/imazon.jpg\" alt=\"Mapa produzido pelo Imazon mostra em vermelho os pontos de desmatamento detectados pelos t\u00e9cnicos do instituto no m\u00eas de junho (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Imazon)\" width=\"496\" height=\"372\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Mapa produzido pelo Imazon mostra em vermelho os pontos de desmatamento detectados pelos t\u00e9cnicos do instituto no m\u00eas de agosto (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Imazon)<\/figcaption><\/figure>\n<div id=\"materia-letra\">\n<div>\n<div>\n<p><strong>Dados<\/strong><br \/>\nO levantamento aponta o estado do Par\u00e1 como o maior desmatador do m\u00eas, com 119 km\u00b2 de vegeta\u00e7\u00e3o derrubada. Rond\u00f4nia vem na segunda posi\u00e7\u00e3o, com 49 km\u00b2 de desmatamento, seguido do Mato Grosso, com 35 km\u00b2.<\/p>\n<p>Entre as cidades que mais desmataram, Porto Velho, capital de Rond\u00f4nia, encabe\u00e7a a lista com 30 km\u00b2. Segundo a pesquisadora do Imazon, Sanae Hayashi, as obras das hidrel\u00e9tricas de Jirau e Santo Ant\u00f4nio, na regi\u00e3o do Rio Madeira, podem ter impulsionado a devasta\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de floresta na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>As cidades paraenses de S\u00e3o F\u00e9lix do Xingu e Altamira derrubaram juntas 34,3 km\u00b2 de floresta. Em Altamira, a \u00e1rea de vegeta\u00e7\u00e3o tem sido suprimida devido \u00e0 constru\u00e7\u00e3o da usina hidrel\u00e9trica de Belo Monte, no Rio Xingu.<\/p>\n<p>De acordo com a companhia respons\u00e1vel pelo empreendimento, as obras poder\u00e3o suprimir at\u00e9 175 km\u00b2 de florestas da Amaz\u00f4nia, uma \u00e1rea maior que a cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte, que tem 167 km\u00b2 de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Do Globo Natureza, S\u00e3o Paulo<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"links-patrocinados\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento do Imazon afirma que 240 km\u00b2 de floresta foram derrubados. Par\u00e1 foi estado que mais desmatou, seguido de Rond\u00f4nia e Mato Grosso. 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