{"id":8226,"date":"2011-09-26T09:52:16","date_gmt":"2011-09-26T12:52:16","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=8226"},"modified":"2011-09-26T09:52:16","modified_gmt":"2011-09-26T12:52:16","slug":"falta-verba-para-monitorar-desmatamento-no-cerrado","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=8226","title":{"rendered":"Falta verba para monitorar desmatamento no cerrado"},"content":{"rendered":"<p>Prometido h\u00e1 um ano pelo governo, o sistema de detec\u00e7\u00e3o do desmatamento no cerrado em tempo real, usando imagens de sat\u00e9lite, ainda n\u00e3o saiu do papel.<\/p>\n<p>Ele seria feito pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), nos mesmos moldes do Deter, que vigia a Amaz\u00f4nia. A previs\u00e3o era de que estivesse em funcionamento neste ano. &#8220;Pergunte se o Inpe recebeu dinheiro&#8221;, disse o diretor do instituto, Gilberto C\u00e2mara.<\/p>\n<p>A falta de verba tamb\u00e9m deixou empacada a parceria entre o Inpe e o Ibama para criar um sistema que desse a taxa anual de desmate.<\/p>\n<p>Hoje, ela \u00e9 medida anualmente por um sistema do Ibama que \u00e9 bem mais simples que o Prodes (do Inpe, que d\u00e1 a taxa de desmatamento na Amaz\u00f4nia). O sistema n\u00e3o d\u00e1 taxas anuais, nem diferencia vegeta\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria de cerrados nativos.<\/p>\n<figure style=\"width: 385px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/f.i.uol.com.br\/folha\/ciencia\/images\/11256673.jpeg\" alt=\"\" width=\"385\" height=\"263\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Editoria de arte\/folhapress<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O monitoramento come\u00e7ou somente em 2009. At\u00e9 ent\u00e3o, o governo tinha apenas uma estimativa pontual da destrui\u00e7\u00e3o do cerrado (15,7 mil km<sup>2<\/sup>\u00a0ao ano). Com base nessa estimativa foi definida a meta de redu\u00e7\u00e3o de 40% na derrubada do bioma at\u00e9 2020.<\/p>\n<p>O que os sat\u00e9lites revelaram, por\u00e9m, foi um n\u00famero bem diferente. Os dados de 2010, divulgados por Teixeira, por exemplo, mostram 6.469 km<sup>2<\/sup>\u00a0desmatados, ou quatro vezes a \u00e1rea da cidade de S\u00e3o Paulo. Isso representa uma queda de 15% em rela\u00e7\u00e3o a 2009 (7.637 km<sup>2<\/sup>). No total, o cerrado j\u00e1 perdeu 48,5% de sua \u00e1rea original.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Claudio Angelo, Bras\u00edlia, Folha.com<\/p>\n<p>O desmatamento se concentrou no chamado &#8220;Mapito&#8221; (Maranh\u00e3o, Piau\u00ed e Tocantins), a nova fronteira do agroneg\u00f3cio do pa\u00eds. Segundo Mauro Pires, coordenador do plano de controle de desmate no cerrado, a queda n\u00e3o significa que a meta j\u00e1 tenha sido cumprida.<\/p>\n<p>A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse que dar\u00e1 dinheiro de sua pasta ao Inpe para criar o monitoramento no ano que vem.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prometido h\u00e1 um ano pelo governo, o sistema de detec\u00e7\u00e3o do desmatamento no cerrado em tempo real, usando imagens de sat\u00e9lite, ainda n\u00e3o saiu do papel. Ele seria feito pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), nos mesmos moldes do Deter, que vigia a Amaz\u00f4nia. A previs\u00e3o era de que estivesse em funcionamento neste ano. &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=8226\"> <span class=\"screen-reader-text\">Falta verba para monitorar desmatamento no cerrado<\/span> Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":474,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[86],"tags":[3811,3807,3820,82,211,492,2117],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8226"}],"collection":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/474"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=8226"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8226\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8227,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8226\/revisions\/8227"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=8226"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=8226"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=8226"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}