{"id":8514,"date":"2011-10-20T09:04:26","date_gmt":"2011-10-20T12:04:26","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=8514"},"modified":"2011-10-20T09:04:26","modified_gmt":"2011-10-20T12:04:26","slug":"usp-lanca-site-com-colecao-de-mais-de-11-mil-imagens-de-seres-marinhos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=8514","title":{"rendered":"USP lan\u00e7a site com cole\u00e7\u00e3o de mais de 11 mil imagens de seres marinhos"},"content":{"rendered":"<p><strong>&#8216;Cifonauta&#8217; quer expandir conhecimento sobre esp\u00e9cies do fundo do mar.<\/strong><br \/>\n<strong>Mudan\u00e7a clim\u00e1tica amea\u00e7a biodiversidade nesse ambiente, alerta cientista.<\/strong><\/p>\n<p>Os oceanos ainda escondem muitas surpresas. Milhares de esp\u00e9cies de animais ainda n\u00e3o s\u00e3o conhecidas pelos cientistas, que buscam conhecer estes animais, vertebrados ou n\u00e3o, espalhados pelo mundo.<\/p>\n<p>No Brasil, parte dos trabalhos de pesquisa realizados por especialistas na vida marinha agora est\u00e3o dispon\u00edveis para o p\u00fablico e educadores por meio do site \u201cCifonauta\u201d, que abrange mais de 11 mil fotografias de seres do mar, al\u00e9m de v\u00eddeos e explica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Com nome de uma larva marinha, o site foi desenvolvido, nas vers\u00f5es em portugu\u00eas e em ingl\u00eas, pelos bi\u00f3logos \u00c1lvaro Migotto e Bruno Vellutini, ambos do Centro de Biologia Marinha da Universidade de S\u00e3o Paulo (Cebimar), localizado em S\u00e3o Sebasti\u00e3o, no Litoral Norte de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p><strong>Al\u00e9m dos peri\u00f3dicos cient\u00edficos<\/strong><br \/>\nO banco de dados virtual mostra a fundo as esp\u00e9cies pesquisadas no instituto, expandindo conte\u00fado que antes podia ser encontrado apenas em publica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, direcionadas a um p\u00fablico restrito.<\/p>\n<p>\u201cA nossa ideia surgiu h\u00e1 alguns anos, devido \u00e0 car\u00eancia de conte\u00fado cient\u00edfico voltado aos organismos marinhos, principalmente aqueles encontrados na biota marinha (conjunto de seres da fauna e flora) brasileira\u201d, disse \u00c1lvaro Migotto.<\/p>\n<p>Atualmente, existem 11.075 fotos, 270 v\u00eddeos de cerca de 300 esp\u00e9cies encontradas no pa\u00eds e em outras partes do mundo. \u201cMuitas pessoas nos procuravam interessadas em imagens. Agora isto tudo fica dispon\u00edvel em um \u00fanico local para que a popula\u00e7\u00e3o consiga visualizar e entende melhor os organismos aqu\u00e1ticos. Temos esperan\u00e7a de que o site sirva para aumentar o potencial da educa\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de biologia, al\u00e9m de ser uma divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica\u201d, disse o bi\u00f3logo.<\/p>\n<figure style=\"width: 395px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" class=\" \" src=\"http:\/\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/940x600\/2011\/10\/19\/foto5.jpg\" alt=\"Estrela-do-mar (Foto: \u00c1lvaro Migotto)\" width=\"395\" height=\"252\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Imagem ampliada de parte de uma Estrela-do-mar (Foto: \u00c1lvaro Migotto)<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Museu vivo virtual<\/strong><br \/>\nSegundo Migotto, ainda h\u00e1 poucos trabalhos de conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade marinha devido \u00e0 falta de conhecimento de grande parte da popula\u00e7\u00e3o. Ela afirma que mesmo os document\u00e1rios ou programas produzidos por redes de televis\u00e3o mostram, principalmente, animais aqu\u00e1ticos que j\u00e1 s\u00e3o difundidos, como grandes peixes ou mam\u00edferos aqu\u00e1ticos.<\/p>\n<p>\u201cSeres unicelulares e microsc\u00f3picos, considerados os mais importantes do oceano porque sustentam as cadeias alimentares, s\u00e3o pouco difundidos, at\u00e9 porque eles s\u00e3o muito pequenos e podem ser vistos apenas com equipamentos. \u00c9 no mar que est\u00e1 o in\u00edcio da vida\u201d, explica.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, ele afirma que muitos organismos podem desaparecer com a mudan\u00e7a clim\u00e1tica, devido \u00e0 acidifica\u00e7\u00e3o dos oceanos ou mesmo a eleva\u00e7\u00e3o da temperatura no fundo do mar, o que fortalece a ideia de arquivar o hist\u00f3rico das esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>A amplia\u00e7\u00e3o do banco de dados vai acontecer em um primeiro momento apenas por pesquisadores e estudantes do Cebimar. \u201cQueremos incluir dados de peixes, aves marinhas e outras esp\u00e9cies. Mas por enquanto n\u00e3o podemos gerenciar esta atividade porque o site vai continuar evoluindo\u201d, disse o bi\u00f3logo.<\/p>\n<p>O endere\u00e7o eletr\u00f4nico \u00e9\u00a0<a href=\"http:\/\/cifonauta.cebimar.usp.br\/\" target=\"_blank\">http:\/\/cifonauta.cebimar.usp.br<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Eduardo Carvalho, Globo Natureza, S\u00e3o Paulo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8216;Cifonauta&#8217; quer expandir conhecimento sobre esp\u00e9cies do fundo do mar. Mudan\u00e7a clim\u00e1tica amea\u00e7a biodiversidade nesse ambiente, alerta cientista. Os oceanos ainda escondem muitas surpresas. Milhares de esp\u00e9cies de animais ainda n\u00e3o s\u00e3o conhecidas pelos cientistas, que buscam conhecer estes animais, vertebrados ou n\u00e3o, espalhados pelo mundo. 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