{"id":8580,"date":"2011-10-26T13:48:31","date_gmt":"2011-10-26T16:48:31","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=8580"},"modified":"2011-10-26T13:48:31","modified_gmt":"2011-10-26T16:48:31","slug":"piranhas-praticamente-rosnam-em-momentos-de-briga","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=8580","title":{"rendered":"Piranhas praticamente rosnam em momentos de briga"},"content":{"rendered":"<p>As piranhas que vivem em \u00e1gua doce s\u00e3o conhecidas por terem dentes afiados como navalha. Mas existe outra caracter\u00edstica que as tornam diferentes: elas produzem sons pr\u00f3prios.<\/p>\n<p>Agora, com um microfone adaptado para uso dentro da \u00e1gua, os pesquisadores da Universidade de Li\u00e8ge, na B\u00e9lgica, afirmam ter encontrado uma justificativa para esses ru\u00eddos.<\/p>\n<p>&#8220;Eles s\u00e3o produzidos em momentos de brigas, agress\u00f5es frontais&#8221;, diz Eric Parmentier, morfologista da universidade e autor do estudo com as piranhas, publicado na revista &#8220;Journal of Experimental Biology&#8221;.<\/p>\n<p>Antes, pensava-se que esses peixes emitiam apenas um \u00fanico som agudo e curto. Mas os pesquisadores registraram um outro parecido com o de um tambor, quando havia luta por comida, e uma esp\u00e9cie de grasnado processado pelas mand\u00edbulas quando uma piranha abocanhava outra.<\/p>\n<p>Parmentier e seus colegas tamb\u00e9m descobriram que os dois sons se originam da contra\u00e7\u00e3o r\u00e1pida de um m\u00fasculo ligado \u00e0 bexiga natat\u00f3ria.<\/p>\n<p>As contra\u00e7\u00f5es ocorrem de 100 a 200 vezes por segundo e fazem com que as bexigas vibrem. No momento em que as contra\u00e7\u00f5es param, a vibra\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m para, explica Parmentier.<\/p>\n<p>&#8220;A bexiga natat\u00f3ria n\u00e3o consegue vibrar por conta pr\u00f3pria&#8221;, afirma. &#8220;Ela \u00e9 totalmente diferente da corda de uma guitarra.&#8221;<\/p>\n<p>Os pesquisadores v\u00eam descobrindo que muitos tipos de peixes produzem som por ser uma boa forma de comunica\u00e7\u00e3o debaixo d&#8217;\u00e1gua.<\/p>\n<p>Pelas contas de Parmentier, h\u00e1 ao menos cem fam\u00edlias de peixes conhecidas por produzirem sons.<\/p>\n<figure style=\"width: 440px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/f.i.uol.com.br\/folha\/ciencia\/images\/11299223.jpeg\" alt=\"Pesquisa indicou que piranhas emitem uma esp\u00e9cie de grasnado ao abocanhar advers\u00e1ria em luta\" width=\"440\" height=\"330\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Pesquisa indicou que piranhas emitem uma esp\u00e9cie de grasnado ao abocanhar advers\u00e1ria em luta. Foto: Sandie Millot\/The New York Times<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p style=\"text-align: left;\">Fonte: New York Times<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As piranhas que vivem em \u00e1gua doce s\u00e3o conhecidas por terem dentes afiados como navalha. Mas existe outra caracter\u00edstica que as tornam diferentes: elas produzem sons pr\u00f3prios. Agora, com um microfone adaptado para uso dentro da \u00e1gua, os pesquisadores da Universidade de Li\u00e8ge, na B\u00e9lgica, afirmam ter encontrado uma justificativa para esses ru\u00eddos. &#8220;Eles s\u00e3o &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=8580\"> <span class=\"screen-reader-text\">Piranhas praticamente rosnam em momentos de briga<\/span> Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":474,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[518],"tags":[2779,593,592,2778,1704],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8580"}],"collection":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/474"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=8580"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8580\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8581,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8580\/revisions\/8581"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=8580"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=8580"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=8580"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}