{"id":8810,"date":"2011-11-23T11:05:21","date_gmt":"2011-11-23T14:05:21","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=8810"},"modified":"2011-11-23T11:05:21","modified_gmt":"2011-11-23T14:05:21","slug":"focas-tem-comportamentos-diferentes-em-relacao-aos-filhotes","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=8810","title":{"rendered":"Focas t\u00eam comportamentos diferentes em rela\u00e7\u00e3o aos filhotes"},"content":{"rendered":"<p><strong>Algumas s\u00e3o m\u00e3es dedicadas, enquanto outras mal olham para as crias.<\/strong><br \/>\n<strong>Cientistas n\u00e3o sabem explicar as diferentes personalidades.<\/strong><\/p>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 deve ter ouvido alguma vez que todas as m\u00e3es s\u00e3o iguais, o que muda \u00e9 s\u00f3 o endere\u00e7o. O ditado pode at\u00e9 servir para os humanos, mas um estudo publicado nesta quarta-feira (23) deixa bem claro: isso n\u00e3o vale para as focas-cinzentas.<\/p>\n<p>A pesquisa publicada pela revista cient\u00edfica \u201cMarine Mammal Science\u201d foi a primeira a avaliar o comportamento das m\u00e3es no seu pr\u00f3prio habitat. Os cientistas usaram um ve\u00edculo de controle remoto equipado com uma c\u00e2mera para fazer a observa\u00e7\u00e3o dos animais.<\/p>\n<p>Eles descobriram que cada foca tem uma personalidade pr\u00f3pria e reage de maneira diferente aos est\u00edmulos externo e potenciais amea\u00e7as aos filhotes; o pr\u00f3prio ve\u00edculo enviava tais est\u00edmulos, imitando sons de lobos. As respostas variaram desde a indiferen\u00e7a at\u00e9 a agressividade.<\/p>\n<p>\u201cNossos achados mostram que n\u00e3o existe uma foca padr\u00e3o. Indiv\u00edduos se comportam de maneira diferente e o fazem consistentemente. Descobrimos que algumas m\u00e3es foca s\u00e3o muito atenciosas quando algo potencialmente perigoso se aproxima, enquanto outras m\u00e3es mal tomam conta dos filhotes\u201d, diz Sean Twiss, da Universidade de Durham, l\u00edder do estudo.<\/p>\n<p>O que o grupo formado por especialistas das universidades brit\u00e2nicas de Durham e St. Andrews n\u00e3o soube responder, no entanto, \u00e9 o motivo da variedade no comportamento.<\/p>\n<p>\u201cSe a aten\u00e7\u00e3o materna contribui para a forma, seria preciso perguntar por que a sele\u00e7\u00e3o n\u00e3o levou a um \u00fanico n\u00edvel \u00f3timo de tomar conta dos filhotes\u201d, afirma o coautor Patrick Pomeroy, da Universidade de St. Andrews. \u201cNossa pr\u00f3xima tarefa \u00e9 descobrir se as diferen\u00e7as de personalidade t\u00eam consequ\u00eancias na forma f\u00edsica\u201d, completa.<\/p>\n<figure style=\"width: 496px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2011\/11\/22\/foca.jpg\" alt=\"Foca-cinzenta (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o)\" width=\"496\" height=\"372\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Foca-cinzenta (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: left;\">Fonte: Globo Natureza<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Algumas s\u00e3o m\u00e3es dedicadas, enquanto outras mal olham para as crias. 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