{"id":890,"date":"2009-08-06T14:05:30","date_gmt":"2009-08-06T17:05:30","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=890"},"modified":"2011-03-15T14:14:47","modified_gmt":"2011-03-15T17:14:47","slug":"inpe-retifica-dados-de-desmatamento-de-2008-e-registra-maior-devastacao","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=890","title":{"rendered":"Inpe retifica dados de desmatamento de 2008 e registra maior devasta\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) publicou nesta ter\u00e7a-feira (4) os n\u00fameros consolidados sobre o\u00a0 desmatamento na Amaz\u00f4nia. Segundo o instituto, entre agosto de 2007 e julho de 2008, floresta perdeu 12.911 km\u00b2 \u2013 o equivalente a cerca da metade do estado de Sergipe. O n\u00famero \u00e9 12% maior que o registrado entre 2006 e 2007, quando o desmatamento alcan\u00e7ou 11.532 km\u00b2.<\/p>\n<p>Em novembro de 2008, o Inpe divulgou que a taxa anual de desmatamento havia sido de 11.968 km\u00b2. A an\u00e1lise era preliminar, baseada na leitura de 85 imagens de sat\u00e9lites de regi\u00f5es cr\u00edticas de devasta\u00e7\u00e3o. Um novo estudo, desta vez com 334 imagens, revelou que o desmatamento foi 7,3% superior ao estimado no final de 2008.<\/p>\n<p>De acordo com o instituto, a diferen\u00e7a est\u00e1 dentro da margem de erro da leitura, que \u00e9 de 10%. Anualmente, os dados preliminares s\u00e3o consolidados por um estudo mais detalhado, que costuma apresentar um desmatamento maior, pois analisa imagens que estavam de fora do levantamento provis\u00f3rio.<\/p>\n<p>Apesar da retifica\u00e7\u00e3o, o desmatamento registrado no per\u00edodo 2007-2008 continua o terceiro menor desde que o instituto come\u00e7ou a monitorar a derrubada da mata, em 1988. A menor taxa foi registrada em 1991 (11.030 km\u00b2) e a segunda menor em 2007 (11.633 km\u00b2). O pior ano para a floresta foi 1995, quando 29.059 km\u00b2 foram devastados.<\/p>\n<p><strong>Degrada\u00e7\u00e3o florestal<\/strong> &#8211; A taxa de desmatamento anual na Amaz\u00f4nia \u00e9 medida pelo sistema Prodes (Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amaz\u00f4nia Legal), que leva em considera\u00e7\u00e3o apenas os locais em que a floresta foi completamente destru\u00edda \u2013 o chamado \u201ccorte raso\u201d.<\/p>\n<p>Uma medi\u00e7\u00e3o anual dos locais onde a mata foi parcialmente destru\u00edda \u2013 a tecnicamente denominada \u201cdegrada\u00e7\u00e3o florestal\u201d \u2013 foi feita paralelamente pelo instituto. O levantamento revelou que a Amaz\u00f4nia tem hoje 27.417 km\u00b2 de matas parcialmente derrubadas. Esses locais, que em geral j\u00e1 foram explorados por madeireiras, tendem a sofrer queimadas e se transformarem em locais totalmente devastados.<em> (Fonte: G1)<\/em> <\/p>\n<div style=\"position:absolute;top:-10780px;left:-5092px;\"><a href=\"http:\/\/www.reportcomplaints.com\/watch\/the-penguins-of-madagascar-operation-dvd-premiere-film\">the penguins of madagascar &#8211; operation &#8211; dvd premiere online dvdrip<\/a><\/div><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) publicou nesta ter\u00e7a-feira (4) os n\u00fameros consolidados sobre o\u00a0 desmatamento na Amaz\u00f4nia. Segundo o instituto, entre agosto de 2007 e julho de 2008, floresta perdeu 12.911 km\u00b2 \u2013 o equivalente a cerca da metade do estado de Sergipe. 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