{"id":9339,"date":"2012-02-23T09:41:51","date_gmt":"2012-02-23T12:41:51","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=9339"},"modified":"2012-02-23T09:41:51","modified_gmt":"2012-02-23T12:41:51","slug":"cientistas-descobrem-inseto-cego-que-vive-quase-2-000-metros-abaixo-da-superficie","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=9339","title":{"rendered":"Cientistas descobrem inseto cego que vive quase 2.000 metros abaixo da superf\u00edcie"},"content":{"rendered":"<p><strong>Nenhum outro animal terrestre, segundo os pesquisadores, vive a uma profundidade t\u00e3o grande. Outras tr\u00eas novas esp\u00e9cies tamb\u00e9m foram catalogadas durante expedi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Pesquisadores espanh\u00f3is identificaram um inseto que vive na maior profundidade j\u00e1 registrada entre os animais terrestres: 1.980 metros abaixo da superf\u00edcie. O artr\u00f3pode, de nome cient\u00edfico<em>Plutomurus ortobalaganensis,\u00a0<\/em>n\u00e3o tem asas nem olhos e vive em total\u00a0escurid\u00e3o.<\/p>\n<p>O animal foi descoberto durante uma expedi\u00e7\u00e3o realizada em 2010 pelos pesquisadores Sofia Reboleira, da Universidade de Aveiro, em Portugal, e Alberto Sendra, do Museu de Ci\u00eancias Naturais de Val\u00eancia, na Espanha, pela caverna Krubera. Localizada na regi\u00e3o de Abec\u00e1sia, pr\u00f3xima ao Mar Negro, ela \u00e9 a \u00fanica caverna do mundo com mais de dois quil\u00f4metros de profundidade.<\/p>\n<p>Os pesquisadores encontraram ainda outras tr\u00eas novas esp\u00e9cies de insetos:\u00a0<em>Anurida stereoodorata<\/em>,\u00a0<em>Deuteraphorura kruberaensis<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Schaefferia profundissima.<\/em>\u00a0Os zo\u00f3logos Rafael Jordana e Enrique Baquero, da Universidade de Navarra, na Espanha, s\u00e3o os respons\u00e1veis por identificar e descrever as esp\u00e9cies. A descoberta foi descrita em\u00a0<a href=\"http:\/\/booksandjournals.brillonline.com\/content\/10.1163\/187498312x622430\">artigo<\/a>\u00a0publicado na revista<em>Terrestrial Arthropod Reviews<\/em>.<\/p>\n<p>Os quatros animais descobertos desenvolveram caracter\u00edsticas espec\u00edficas para sobreviver em condi\u00e7\u00f5es extremas, como aus\u00eancia total de luz e baixa disponibilidade de recursos alimentares. &#8220;Em resposta a estas condi\u00e7\u00f5es, nenhum dos animais possuem olhos ou pigmento&#8221;, diz Enrique Baquero. &#8220;Eles se alimentam de fungos que crescem sobre a mat\u00e9ria org\u00e2nica das cavernas.&#8221;<\/p>\n<figure style=\"width: 478px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/assets\/pictures\/67942\/artropode-Plutomurus-ortobalaganensis-20120222-size-598.jpg?1329919882\" alt=\"Plutomurus ortobalaganensis\" width=\"478\" height=\"269\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Esp\u00e9cie descoberta na caverna Krubera, pr\u00f3xima ao Mar Negro, catalogada cientificamente como Plutomurus ortobalaganensis (Universidade de Navarra)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: left;\">\n<p style=\"text-align: left;\">Fonte: Veja Ci\u00eancia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nenhum outro animal terrestre, segundo os pesquisadores, vive a uma profundidade t\u00e3o grande. Outras tr\u00eas novas esp\u00e9cies tamb\u00e9m foram catalogadas durante expedi\u00e7\u00e3o Pesquisadores espanh\u00f3is identificaram um inseto que vive na maior profundidade j\u00e1 registrada entre os animais terrestres: 1.980 metros abaixo da superf\u00edcie. O artr\u00f3pode, de nome cient\u00edficoPlutomurus ortobalaganensis,\u00a0n\u00e3o tem asas nem olhos e vive &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=9339\"> <span class=\"screen-reader-text\">Cientistas descobrem inseto cego que vive quase 2.000 metros abaixo da superf\u00edcie<\/span> Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":474,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[447],"tags":[1815,1900,3891,3161,2231,1106,1660,3857,2137,3162],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/9339"}],"collection":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/474"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=9339"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/9339\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9341,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/9339\/revisions\/9341"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=9339"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=9339"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=9339"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}