{"id":9387,"date":"2012-02-27T10:24:31","date_gmt":"2012-02-27T13:24:31","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=9387"},"modified":"2012-02-27T10:24:31","modified_gmt":"2012-02-27T13:24:31","slug":"peixes-ficam-com-medo-ao-sentir-cheiro-de-acucar-exalado-por-ferida","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=9387","title":{"rendered":"Peixes ficam com medo ao sentir cheiro de a\u00e7\u00facar exalado por ferida"},"content":{"rendered":"<p><strong>Composi\u00e7\u00e3o da subst\u00e2ncia que causa pavor nos peixes n\u00e3o era conhecida. A\u00e7\u00facar \u00e9 percebido por neur\u00f4nios especiais, que formam sistema de alerta.<\/strong><\/p>\n<figure style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2012\/02\/24\/120225_cardume.jpg\" alt=\"Cardumes fogem quando sentem cheiro de a\u00e7\u00facar exalado por um peixe ferido. (Foto: Flickr \/ Matt Kieffer)\" width=\"300\" height=\"225\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Cardumes fogem quando sentem cheiro de a\u00e7\u00facar exalado por peixe ferido. (Foto: Flickr \/ Matt Kieffer)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Um a\u00e7\u00facar presente nas escamas dos peixes \u00e9 liberado quando ocorre um ferimento. Ao sentir o cheiro da subst\u00e2ncia, o cardume sente medo e foge. A descoberta foi feita por um estudo da Universidade de Singapura, publicado na quinta-feira (23) no jornal cient\u00edfico &#8220;Current Biology&#8221;.<\/p>\n<p>At\u00e9 ent\u00e3o, n\u00e3o se sabia qual era a composi\u00e7\u00e3o da subst\u00e2ncia que provocava medo nos peixes, chamada genericamente de &#8220;coisa assustadora&#8221;. De acordo com o estudo, este a\u00e7\u00facar \u00e9 reconhecido por um tipo especializado de neur\u00f4nios dos peixes, o que poderia indicar a exist\u00eancia um sistema de alerta que provoca medo em situa\u00e7\u00f5es de perigo.<\/p>\n<p>Os pesquisadores acreditam que pode ter ocorrido uma sele\u00e7\u00e3o natural de peixes capazes de sentir o cheiro do a\u00e7\u00facar. Os que n\u00e3o conseguiam identificar a subst\u00e2ncia liberada pelo ferimento teriam menos chances de sobreviver.<\/p>\n<p>Agora, os cientistas querem pesquisar se diferentes esp\u00e9cies de peixe liberam variedades diferentes de a\u00e7\u00facares. Eles acreditam que a subst\u00e2ncia pode ter &#8220;sabores&#8221; diferentes, de acordo com o tipo de peixe, e querem verificar quais s\u00e3o os cheiros que cada esp\u00e9cie \u00e9 capaz de sentir.<\/p>\n<p>Segundo a equipe respons\u00e1vel pela pesquisa, as descobertas mostram que os peixes podem ajudar a investigar quais s\u00e3o as bases neurais do medo inato.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Globo Natureza<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Composi\u00e7\u00e3o da subst\u00e2ncia que causa pavor nos peixes n\u00e3o era conhecida. A\u00e7\u00facar \u00e9 percebido por neur\u00f4nios especiais, que formam sistema de alerta. Um a\u00e7\u00facar presente nas escamas dos peixes \u00e9 liberado quando ocorre um ferimento. Ao sentir o cheiro da subst\u00e2ncia, o cardume sente medo e foge. A descoberta foi feita por um estudo da &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=9387\"> <span class=\"screen-reader-text\">Peixes ficam com medo ao sentir cheiro de a\u00e7\u00facar exalado por ferida<\/span> Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":474,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[518],"tags":[1080,692,2295,2816,592,275,3187,2592],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/9387"}],"collection":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/474"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=9387"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/9387\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9389,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/9387\/revisions\/9389"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=9387"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=9387"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=9387"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}