{"id":9596,"date":"2012-03-26T10:01:38","date_gmt":"2012-03-26T13:01:38","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=9596"},"modified":"2012-03-26T10:01:38","modified_gmt":"2012-03-26T13:01:38","slug":"samambaias-lancam-esporos-com-o-uso-de-catapultas","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=9596","title":{"rendered":"Samambaias lan\u00e7am esporos com o uso de catapultas"},"content":{"rendered":"<p><strong>Atrav\u00e9s de c\u00e2meras de altas velocidades, pesquisadores conseguiram analisar o movimento que faz samambaias se reproduzirem<\/strong><\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio da maioria das plantas, as<a href=\"http:\/\/ultimosegundo.ig.com.br\/ciencia\/foto-do-dia-escondeesconde\/n1237757493931.html\"><strong>samambaias<\/strong><\/a>\u00a0se reproduzem sem o uso de sementes ou flores. Em vez disso, elas usam esporos, que s\u00e3o lan\u00e7ados ao ambiente por uma estrutura denominada \u00e2nulo, que fica na parte de baixo das folhas.<\/p>\n<p>Um novo estudo, publicado no peri\u00f3dico Science, explica como funciona esse mecanismo semelhante a uma catapulta.\u00a0 &#8220;O mecanismo \u00e9 conhecido h\u00e1 pelo menos um s\u00e9culo&#8221;, afirmou Xavier Noblin, principal autor do estudo e pesquisador da Universidade de Nice e do Centro Nacional de Pesquisa Cient\u00edfica da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>&#8220;A novidade est\u00e1 no uso de uma c\u00e2mera de alta velocidade para observ\u00e1-lo.&#8221; Nas catapultas produzidas pelo homem, uma barra transversal trava a haste da catapulta na metade do caminho, o que garante que a muni\u00e7\u00e3o seja lan\u00e7ada ao ar e n\u00e3o ao solo.<\/p>\n<p>Usando a c\u00e2mera de alta velocidade, Noblin e seus colegas puderam ver que o \u00e2nulo, que \u00e9 semelhante a uma esponja, se abre e depois se fecha em dois tempos diferentes \u00e0 medida que lan\u00e7a os esporos.<br \/>\nO primeiro movimento acontece da mesma forma que ocorreria com qualquer material el\u00e1stico puxado para tr\u00e1s e depois solto. Ele ocorre em algumas dezenas de microssegundos.<\/p>\n<p>O segundo movimento tamb\u00e9m \u00e9 r\u00e1pido, por\u00e9m mais lento que o primeiro, ocorrendo em dezenas de mil\u00e9simos de segundos (um mil\u00e9simo de segundo \u00e9 igual a mil microssegundos). Ele ocorre conforme a \u00e1gua corre atrav\u00e9s das paredes do \u00e2nulo.<\/p>\n<p>Esse tempo menor garante que o movimento de catapulta seja interrompido bruscamente, da mesma forma que a barra transversal interrompe o movimento da catapulta artificial. Por esta raz\u00e3o, os esporos s\u00e3o ejetados para o exterior e para longe.<\/p>\n<p>&#8220;Eu acredito que podemos sem d\u00favida extrair ensinamentos dessa descoberta&#8221;, afirmou Noblin. &#8220;Tenho certeza que ela ser\u00e1 usada em tecnologia. Nossa primeira motiva\u00e7\u00e3o foi apenas compreender os motivos.&#8221;<\/p>\n<p>Fonte: Portal IG<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atrav\u00e9s de c\u00e2meras de altas velocidades, pesquisadores conseguiram analisar o movimento que faz samambaias se reproduzirem Ao contr\u00e1rio da maioria das plantas, assamambaias\u00a0se reproduzem sem o uso de sementes ou flores. Em vez disso, elas usam esporos, que s\u00e3o lan\u00e7ados ao ambiente por uma estrutura denominada \u00e2nulo, que fica na parte de baixo das folhas. &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=9596\"> <span class=\"screen-reader-text\">Samambaias lan\u00e7am esporos com o uso de catapultas<\/span> Leia mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":474,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3215],"tags":[3277,1199,3279,3846,3278,149],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/9596"}],"collection":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/474"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=9596"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/9596\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9598,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/9596\/revisions\/9598"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=9596"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=9596"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/ipevs.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=9596"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}