{"id":9620,"date":"2012-03-28T09:37:58","date_gmt":"2012-03-28T12:37:58","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=9620"},"modified":"2012-03-28T09:37:58","modified_gmt":"2012-03-28T12:37:58","slug":"areas-de-protecao-marinhas-ajudam-a-preservar-especies-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=9620","title":{"rendered":"\u00c1reas de prote\u00e7\u00e3o marinhas ajudam a preservar esp\u00e9cies, diz estudo"},"content":{"rendered":"<p><strong>Isolamento de regi\u00f5es mar\u00edtimas na Oceania elevou sobreviv\u00eancia de animais.<\/strong><br \/>\n<strong>Esta seria 1\u00aa evid\u00eancia sobre a necessidade de criar santu\u00e1rios marinhos.<\/strong><\/p>\n<p>Ecologistas da\u00a0<a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/topico\/nova-zelandia\/\">Nova Zel\u00e2ndia<\/a>\u00a0apontaram pela primeira vez que as \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o marinha, criadas para defender mam\u00edferos aqu\u00e1ticos amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o, realmente funcionam.<\/p>\n<p>O estudo feito com base em monitoramento realizado por 21 anos, e publicado nesta semana no &#8220;Journal of Applied Ecology&#8221;, da Sociedade Ecologica Brit\u00e2nica, revela que um santu\u00e1rio marinho na costa de Christchurch melhorou significativamente a sobreviv\u00eancia dos golfinhos-de-Hector (<em>Cephalorhynchus hectori<\/em>), cet\u00e1ceo considerado um dos mais raros do mundo.<\/p>\n<p>O levantamento foi feito no santu\u00e1rio marinho criado em 1988, que cobre 1.170 km\u00b2 de mar ao largo do Sul da Ilha da Nova Zel\u00e2ndia. O objetivo dele era evitar que golfinhos fossem mortos ao se emaranharem nas redes de pesca.<\/p>\n<p>Entre os anos de 1986 e 2006, os pesquisadores fizeram fotos de identifica\u00e7\u00e3o de 462 golfinhos-de-Hector e passaram a estudar suas formas de sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<p>De acordo com Liz Slooten, da Universidade de Otago, foi poss\u00edvel identificar os mam\u00edferos aqu\u00e1ticos a partir de cicatrizes de batalha &#8211; que v\u00e3o desde pequenos cortes fora da nadadeira dorsal a grandes cicatrizes por ataques de tubar\u00e3o.<\/p>\n<p>Os resultados mostraram que a sobreviv\u00eancia do golfinho aumentou em 5,4% na \u00e1rea de prote\u00e7\u00e3o. De acordo com Liz, o estudo fornece a primeira evid\u00eancia de que \u00e1reas marinhas protegidas s\u00e3o eficazes na prote\u00e7\u00e3o de mam\u00edferos marinhos amea\u00e7ados.<\/p>\n<figure style=\"width: 496px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2012\/03\/26\/golfinho.jpg\" alt=\"F\u00eamea de golfinho de Hector nada no mar da Nova Zel\u00e2ndia (Foto: Copyright Steve Dawson)\" width=\"496\" height=\"372\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Esp\u00e9cime f\u00eamea de golfinho-de-Hector nada no mar da Nova Zel\u00e2ndia (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Steve Dawson)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p style=\"text-align: left;\">Fonte: Globo Natureza<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Isolamento de regi\u00f5es mar\u00edtimas na Oceania elevou sobreviv\u00eancia de animais. Esta seria 1\u00aa evid\u00eancia sobre a necessidade de criar santu\u00e1rios marinhos. 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