{"id":9637,"date":"2012-04-02T10:28:32","date_gmt":"2012-04-02T13:28:32","guid":{"rendered":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=9637"},"modified":"2012-04-02T10:28:32","modified_gmt":"2012-04-02T13:28:32","slug":"produtos-naturais-ganham-mercado-e-substituem-fertilizantes-e-agrotoxicos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ipevs.org.br\/?p=9637","title":{"rendered":"Produtos naturais ganham mercado e substituem fertilizantes e agrot\u00f3xicos"},"content":{"rendered":"<p><strong>Embrapa vai lan\u00e7ar org\u00e2nicos e espera ganhar 20% do mercado.<\/strong><br \/>\n<strong>Outra tecnologia nacional troca agrot\u00f3xicos por vespas e conquista produtor.<\/strong><\/p>\n<figure style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2012\/03\/31\/interna_fertilizantes.jpg\" alt=\"Em abril, Embrapa vai lan\u00e7ar dois fertilizantes org\u00e2nicos produzidos a partir de res\u00edduos poluentes. (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o \/ Embrapa \/ Vinicius Benites)\" width=\"300\" height=\"400\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Em abril, a Embrapa vai lan\u00e7ar dois fertilizantes org\u00e2nicos produzidos a partir de poluentes (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Embrapa\/Vinicius Benites)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Quarto maior consumidor de fertilizantes e um dos l\u00edderes mundiais no uso de agrot\u00f3xicos, o\u00a0<a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/topico\/brasil\/\">Brasil<\/a>\u00a0come\u00e7a a expandir duas novas tecnologias naturais para aumentar a fertilidade dos solos e combater pragas. Resultado de pesquisas nacionais, os fertilizantes org\u00e2nicos da Embrapa e o controle de pragas com uso de vespas e \u00e1caros, da empresa brasileira BUG, s\u00e3o op\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis que garantem a produtividade e sa\u00fade da lavoura.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/natureza\/fotos\/2012\/03\/produtos-naturais-substituem-fertilizantes-e-agrotoxicos.html\"><strong>Veja galeria de fotos<br \/>\n<\/strong><\/a><\/p>\n<p>A primeira novidade ser\u00e1 lan\u00e7ada pela<a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/topico\/embrapa\/\">Embrapa<\/a>\u00a0no in\u00edcio de abril e deve estar dispon\u00edvel no mercado em breve. A partir de res\u00edduos agroindustriais poluentes, como fezes de porco, a empresa desenvolveu dois tipos de fertilizantes org\u00e2nicos, t\u00e3o eficientes quanto os tradicionais segundo a Embrapa. Por reaproveitar os res\u00edduos, a tecnologia \u00e9 considerada um tipo de reciclagem.<\/p>\n<p>Um dos fertilizantes j\u00e1 tem nome. \u00c9 o \u201cagroporco\u201d. O outro, ainda sem nome oficial, \u00e9 produzido a partir de um res\u00edduo da produ\u00e7\u00e3o de frango de corte, chamado cama de avi\u00e1rio. A eles s\u00e3o misturados minerais, que ajudam na penetra\u00e7\u00e3o dos nutrientes no solo.<\/p>\n<p><strong>Mercado<\/strong><br \/>\nA nova tecnologia pode transformar o mercado brasileiro de fertilizantes. A expectativa \u00e9 que em 20 anos ela abaste\u00e7a at\u00e9 20% da necessidade nacional e diminua a depend\u00eancia internacional &#8211; hoje, 75% dos fertilizantes consumidos no Brasil s\u00e3o importados, segundo a Embrapa Solos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, esta pode ser uma importante tecnologia para tratar os res\u00edduos agroindustriais, que podem contaminar o meio ambiente e s\u00e3o produzidos em alta quantidade no Brasil &#8211; que possui um dos maiores rebanhos mundiais e \u00e9 um grande criador de frango de corte.<\/p>\n<p>\u201cImportamos muito fertilizante e temos muito res\u00edduo animal no Brasil, que \u00e9 um passivo ambiental. A tecnologia resolve os dois problemas. Estamos falando de [abastecer] 20% da demanda nacional de fertilizante. \u00c9 algo fant\u00e1stico\u201d, afirma Jos\u00e9 Carlos Polidoro, pesquisador da Embrapa Solos.<\/p>\n<p>Segundo Polidoro, os fertilizantes organominerais podem ser mais eficientes que os tradicionais e s\u00e3o mais adequados \u00e0 regi\u00e3o tropical, j\u00e1 que liberam mais rapidamente os nutrientes. Al\u00e9m disso, eles t\u00eam \u201cmenor potencial de provocar problemas ambientais\u201d, ou seja, de contaminar \u00e1guas e solos.<\/p>\n<figure style=\"width: 496px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2012\/03\/31\/interna_plantacao.jpg\" alt=\"Os fertilizantes org\u00e2nicos foram testados centro tecnol\u00f3gico da Comigo, parceiro da Embrapa, em no Rio Verde (GO). (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o \/ Embrapa \/ Vinicius Benites)\" width=\"496\" height=\"372\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Os fertilizantes org\u00e2nicos foram testados no centro tecnol\u00f3gico da Comigo, parceiro da Embrapa, em Rio Verde (GO) (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Embrapa\/Vinicius Benites)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p><strong>Vespas e \u00e1caros<\/strong><br \/>\nOutra op\u00e7\u00e3o natural e eficiente para a agricultura \u00e9 o controle biol\u00f3gico de pragas, que est\u00e1 conquistando produtores, pequenos e grandes, e ganhando reconhecimento no mercado. O destaque nacional \u00e9 a empresa BUG, sediada em Piracicaba (SP), que entrou na lista das 50 empresas mais inovadoras do mundo em 2012, da revista americana de empreendedorismo \u201cFast Company\u201d.<\/p>\n<p>Dividindo a lista com gigantes como Google, Facebook e Amazon e desbancando grandes empresas nacionais como Petrobras e Embraer, a BUG nasceu nos laborat\u00f3rios de duas importantes universidades brasileiras: a Unesp e a USP. Os s\u00f3cios da empresa fizeram faculdade juntos e depois voltaram a se encontrar no mestrado. Em seguida, eles desenvolveram uma forma de aplicar as pesquisas acad\u00eamicas em larga escala.<\/p>\n<p>\u201cNa universidade, j\u00e1 havia sido desenvolvido um sistema de produ\u00e7\u00e3o [de controle biol\u00f3gico de pragas] em pequena escala, com o qual n\u00f3s tamb\u00e9m colaboramos. N\u00f3s pegamos este sistema e desenvolvemos tecnologia para aplic\u00e1-lo em massa. Hoje temos biof\u00e1bricas, produzimos organismos e levamos isto para o campo\u201d, conta Marcelo Poletti, um dos s\u00f3cios da BUG.<\/p>\n<p>O princ\u00edpio do controle biol\u00f3gico aplicado \u00e9 combater pragas com insetos parasitas. Na BUG, s\u00e3o produzidas vespas do g\u00eanero Trichogramma. Elas atacam ovos de mariposas e borboletas e combatem a lagarta, grande inimiga de importantes lavouras, como cana e soja. Al\u00e9m disso, a BUG produz \u00e1caros que combatem inimigos de planta\u00e7\u00f5es de hortifrutis e flores.<\/p>\n<p>Os inimigos naturais substituem os agrot\u00f3xicos, que podem contaminar os alimentos, o meio ambiente e a sa\u00fade de quem faz a aplica\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m de ecol\u00f3gica, a alternativa chega a ser mais eficiente que os qu\u00edmicos, cujo uso cont\u00ednuo pode fazer as pragas ficarem resistentes. \u201cA resist\u00eancia da praga ao inseticida acaba prejudicando muito a aplica\u00e7\u00e3o [de agrot\u00f3xico]. J\u00e1 com o controle biol\u00f3gico isso n\u00e3o acontece. A praga n\u00e3o fica resistente ao predador, \u00e0 vespinha ou ao \u00e1caro\u201d, explica Poletti.<\/p>\n<p>Na aplica\u00e7\u00e3o, cartelas de ovos de vespas s\u00e3o colocadas na planta\u00e7\u00e3o. Quando elas nascem, o controle de pragas ocorre naturalmente. Os produtos s\u00e3o registrados no Minist\u00e9rio da Agricultura, na Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) e no Ibama. Ao contr\u00e1rio dos agrot\u00f3xicos, as embalagens n\u00e3o cont\u00eam o s\u00edmbolo da caveira.<\/p>\n<figure style=\"width: 496px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2012\/03\/31\/interna_marcelo_bug-075.jpg\" alt=\"Marcelo Poletti, agr\u00f4nomo e um dos diretores da diretor da BUG, em laborat\u00f3rio na unidade de Charqueada. (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o \/ BUG)\" width=\"496\" height=\"360\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Marcelo Poletti, agr\u00f4nomo e um dos diretores da BUG, em laborat\u00f3rio na unidade de Charqueada (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/BUG)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p><strong>Embrapa<\/strong><br \/>\n\u201cVamos oferecer dois produtos espec\u00edficos e tivemos que fechar uma f\u00f3rmula. Mas existe uma variedade muito grande de f\u00f3rmulas poss\u00edveis para fertilizantes organominerais\u201d, conta Vinicius Benites, tamb\u00e9m pesquisador da Embrapa Solos. Por isso, existe a possibilidade de oferecer novas linhas no mercado.<\/p>\n<p>A partir do lan\u00e7amento oficial dos produtos, a ideia da Embrapa \u00e9 estimular a cria\u00e7\u00e3o de unidades de produ\u00e7\u00e3o em pequena e m\u00e9dia escala em todo o Brasil. \u201cNosso interesse \u00e9 estimular a ind\u00fastria. A\u00ed sim, esse tipo de fertilizante poder\u00e1 abastecer no futuro at\u00e9 20% da demanda nacional\u201d, explica Polidoro.<\/p>\n<p>A tecnologia, desenvolvida pela Embrapa h\u00e1 5 anos, foi finalizada em 2011. Mas ela s\u00f3 come\u00e7a a ser transferida em 2012 devido ao tempo necess\u00e1rio para registrar patentes. \u201cAgora a tecnologia est\u00e1 pronta para ser transferida. Sabemos que ela \u00e9 vi\u00e1vel e temos estimativas de custos de produ\u00e7\u00e3o\u201d, comenta Vinicius Benites. Uma f\u00e1brica para produzir 30 mil toneladas de fertilizante organomineral, por exemplo, teria um custo de instala\u00e7\u00e3o de cerca de R$ 4 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o comercial, a tecnologia pode ser usada para resolver problemas ambientais. \u00c9 o caso da hidrel\u00e9trica de Itaipu, que est\u00e1 preocupada com a seguran\u00e7a da qualidade da \u00e1gua do reservat\u00f3rio devido a uma poss\u00edvel contamina\u00e7\u00e3o por res\u00edduos da suinocultura, forte na regi\u00e3o. Juntas, Embrapa e Itaipu est\u00e3o desenhando um projeto para produzir fertilizantes organominerais e eliminar os res\u00edduos.<\/p>\n<figure style=\"width: 496px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2012\/03\/31\/interna_cotesia-flavipes-pa.jpg\" alt=\" O controle natural de pragas \u00e9 feito com insetos parasitas. Na imagem, a vespa flavipes parasita a broca-da-cana. (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o \/ BUG \/ Heraldo Negri)\" width=\"496\" height=\"360\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">O controle natural de pragas \u00e9 feito com insetos parasitas. Na imagem, a vespa flavipes parasita a broca-da-cana (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/BUG\/Heraldo Negri)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p><strong>BUG<\/strong><br \/>\nJ\u00e1 a aplica\u00e7\u00e3o do controle biol\u00f3gico de pragas j\u00e1 \u00e9 uma realidade. As vespas da BUG, por exemplo, atendem mais de 500 mil hectares de planta\u00e7\u00f5es de cana no Brasil, principalmente em S\u00e3o Paulo, Mato Grosso e Goi\u00e1s. Os \u00e1caros est\u00e3o presentes em outros mil hectares de hortifruti.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da BUG, outras empresas exploram o controle biol\u00f3gico e planejam aumentar sua participa\u00e7\u00e3o no lucrativo mercado de combate a pragas agr\u00edcolas. A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Controle Biol\u00f3gico j\u00e1 conta com mais de 19 empresas, que tamb\u00e9m trabalham com fungos e bact\u00e9rias.<\/p>\n<p>\u201cNo Brasil, o controle biol\u00f3gico representa apenas 1% do valor da receita obtida com a venda de agrot\u00f3xicos. O que n\u00f3s estimamos, sendo muito otimistas, \u00e9 que em 5 anos vamos chegar em 8%. Hoje j\u00e1 temos grandes multinacionais investindo no setor, o que vai ajudar a aumentar esse n\u00famero\u201d, afirma Poletti.<\/p>\n<p>Uma barreira para a expans\u00e3o do controle biol\u00f3gico \u00e9 a resist\u00eancia dos agricultores, que est\u00e1 diminuindo. \u201cN\u00f3s apresent\u00e1vamos o produto para o agricultor e ele dizia: &#8216;eu j\u00e1 tenho problemas com inseto, voc\u00ea quer trazer mais inseto?&#8217;\u201d, conta o s\u00f3cio da BUG. \u201cEles achavam que as vespas e os \u00e1caros iam causar danos \u00e0 cultura. Muitas pessoas nunca imaginaram que os insetos poderiam ser usados com essa fun\u00e7\u00e3o e est\u00e3o descobrindo isto agora.\u201d<\/p>\n<p>O agricultor Adalberto Granghelli, que planta tomate em Jaquari\u00fana (SP), \u00e9 um deles. \u201cEu comecei [a usar as vespas] meio incr\u00e9dulo. Comecei fazendo testes em pequenas \u00e1reas e hoje uso em toda a planta\u00e7\u00e3o, substituindo algumas aplica\u00e7\u00f5es de agrot\u00f3xico. Meus funcion\u00e1rios tamb\u00e9m n\u00e3o acreditavam e hoje reclamam quando eu n\u00e3o compro os ovos\u201d, comenta ele, satisfeito com a nova tecnologia.<\/p>\n<p>O custo para o produtor \u00e9, segundo a BUG, menor que o da aplica\u00e7\u00e3o de agrot\u00f3xicos. \u201cInicialmente, quando \u00e9 feita a transi\u00e7\u00e3o do convencional para o biol\u00f3gico, o custo \u00e9 o mesmo. Mas, quando se considera todo o ciclo da cultura h\u00e1 uma economia de 30 a 40%\u201d, diz Poletti. Uma alternativa que, al\u00e9m de ecol\u00f3gica, pode ser mais eficiente e mais econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>Fonte: Amanda Rossi, Globo Natureza<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embrapa vai lan\u00e7ar org\u00e2nicos e espera ganhar 20% do mercado. Outra tecnologia nacional troca agrot\u00f3xicos por vespas e conquista produtor. Quarto maior consumidor de fertilizantes e um dos l\u00edderes mundiais no uso de agrot\u00f3xicos, o\u00a0Brasil\u00a0come\u00e7a a expandir duas novas tecnologias naturais para aumentar a fertilidade dos solos e combater pragas. 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